Uncategorized


Só pode ser brincadeira. Os jornalões paulistas levaram a sério a piada do presidente Lula sobre fazer uma “emendinha” na Lei da Nova Defesa para ampliar seu mandato, que está chegando ao fim. Veja como a Folha noticiou: Petista diz que poderia ter feito ‘emendinha’ para esticar mandato. E ainda apontou a falsa contradição: Presidente, no entanto, sempre negou a possibilidade de haver terceiro mandato. Estadão foi na mesma linha: Lula lamenta não ter tentado 3º mandato. Dos grandões, só o Globo entendeu o chiste: Lula e a ‘emendinha’ -- Presidente, em tom de brincadeira, lamenta falta de iniciativa por mandato maior.

Vejam e ouçam o que ele disse e como disse, para avaliar o senso de humor da Folha e do Estadão:


[9] Comentários

Durante cerca de 25 anos, o engenheiro José Antonio Muniz acompanhou estudos, preparou documentos e liderou movimento pela construção da Usina Hidrelétrica Belo Monte, no rio Xingu, no Pará. Hoje, na condição de presidente da Eletrobrás -- holding do setor elétrico que comandará o projeto -, Muniz traça os planos para que o empreendimento comece a funcionar, gerando energia que permitirá o desenvolvimento econômico na região de Altamira (PA) e ajudará no suprimento de eletricidade para o Brasil.

Muniz chegou cedo ao Palácio do Planalto nesta quinta-feira (26/8), onde ocorre cerimônia de assinatura da concessão do aproveitamento da usina para o consórcio Norte Energia, vencedor do leilão. Ele conversou com o Blog do Planalto e revelou que o empreendimento terá a participação das mais diversas construtoras do País. Isso, segundo ele, ocorrerá porque as obras de Belo Monte não estarão restritas a um único canteiro.

“Hoje é um dia histórico para o setor elétrico brasileiro. A usina Belo Monte será fundamental para o desenvolvimento do país”, disse Muniz na entrevista. Confira:


1 Comentário

João Ferrador, personagem criado pelo jornalista Félix Nunes, antigo companheiro de sindicato do presidente Lula em São Bernardo do Campo.

Durante sua passagem por Campo Grande (MS), esta semana, o presidente Lula teve um encontro histórico com antigos companheiros sindicalistas, entre eles o jornalista Antonio Carlos Félix Nunes (no vídeo, o primeiro da esquerda para a direita, de boné, sem óculos), que editava o jornal Tribuna Metalúrgica no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC (SP). Félix foi o criador, em 1972, do personagem João Ferrador, que representava a indignação dos metalúrgicos com o governo por meio de bilhetes que enviava a integrantes do alto escalão do governo da época. Também se encontraram com Lula os sindicalistas Bartolomeu Anastácio e Paulo Valentin, além do ex-governador José Orcírio dos Santos.

Na conversa, o presidente Lula lembra de uma vez que saiu para pescar com Félix Nunes e com ele ficou hospedado em uma casa do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, na praia de Picinguaba (SP), e outros ‘causos’.


Comente!

Presidente lula abraça dona Selma em evento que antecedeu a visita ao lugar onde ela vive com o marido e quatro filhos. Foto Domingos Tadeu/PR

Condomínio Geraldo Corrêa da Silva, rua Irineu Armando Espinafre, quadra 25, casa 4, na Vila Adelina. Este é o novo endereço de dona Selma Rodrigues de Oliveira, em Campo Grande (Mato Grosso do Sul), que na tarde de terça-feira (24/8), foi visitado pelo presidente Lula. Dona Selma habitava uma moradia precária situada a dois quilômetros do lugar. Agora, vive num ambiente mais propício com o marido e os quatro filhos do casal.

“Antes eu não tinha nada. Agora tenho uma casa, tenho uma rua, tenho um endereço”, disse Selma ao presidente, bastante emocionada.

Lula esteve ontem no estado do Mato Grosso do Sul. O evento na capital foi marcado pela inauguração do projeto de urbanização de favelas nas bacias dos córregos Cabaças e Segredo; assinatura do contrato de financiamento do programa Pró-Transporte e assinatura de ordem de início das obras do contorno rodoviário de Campo Grande. Floi nesta oportunidade que o presidente conheceu a nova residência da família de dona Selma.


Comente!

Infográfico: Thiago Melo

Após 15 meses de obras, o Palácio do Planalto volta hoje a ser ocupado pelo presidente Lula, que no período estava trabalhando em um gabinete provisório instalado no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) e recebendo chefes de Estado e de Governo em audiências no Palácio Itamaraty. A reforma do prédio que integra a Praça dos Três Poderes – junto com o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF) – resultou numa adequação das suas instalações. O Palácio ganhou um estacionamento subterrâneo para 500 carros e uma torre com gabinetes para assessores e saída de emergência, além de equipamentos mais modernos de telecomunicações e segurança – veja mais detalhes no infográfico acima.

“Neste momento de devolução do Palácio do Planalto restaurado, desejamos ressaltar a dimensão simbólica deste ato, de entrega ao país de seu centro de poder renovado, que volta a pertencer, de maneira transparente e plena, a todo o povo brasileiro”, disse o chefe do Gabinete Pessoal do Presidente da República, Gilberto Carvalho, em artigo publicado no Correio Braziliense, assinado em parceria com Paulo Maldos, assessor especial do Gabinete Pessoal do Presidente da República. Leia aqui a íntegra.

Todo o processo da reforma foi monitorado num site que cuidou do registro em texto e fotográfico das mais diversas etapas da obra. Segundo Lula, “o Palácio do Planalto é uma das coisas mais fantásticas que nós temos no Brasil. Não só foi arquitetado pelo gênio Oscar Niemeyer, mas teve com primeiro presidente a figura inesquecível de Juscelino Kubitschek”.

A restauração previu, em linhas gerais, da troca das instalações das redes lógica, elétrica, hidráulica e sanitária, dos sistemas de incêndio e de ar condicionado; substituição de alvenarias e divisórias; restauração da fachada (peças de mármore e granito); substituição de toda a parte de alta tensão e geradores de energia; restauração das esquadrias e troca de vidros; construção de escada contra-incêndio; implantação do sistema de aproveitamento de águas; e modernização tecnológica.

1 / 14

Uma das famosas colunas do Palácio do Planalto. Foto: Jorge Cordeiro

Palacio 50 Palacio 50 Palacio 50 Palacio 50 Palacio 50 Palacio 50 Palacio 50 Palacio 50 Palacio 50 Palacio 50 Palacio 50 Palacio 50 Palacio 50


[78] Comentários

A reportagem “Ao lado do presidente, Franklin critica a mídia”, publicada nesta terça-feira pelo jornal Folha de S. Paulo, deformou o que o ministro-chefe da Comunicação Social da Presidência da República, Franklin Martins, disse ontem na cerimônia de estréia do canal TVT, a TV dos Trabalhadores.

Segundo o jornal, “Franklin disse que o canal [TVT] ajudará a internet a quebrar o poder dos ‘aquários’, jargão que identifica a chefia dos grandes veículos nacionais”. O ministro disse algo bem diferente.

[Na Era do Aquário] Você tem um núcleo ativo de produção de informação e uma massa passiva de consumidores de informação: o Olimpo e, lá embaixo, o resto. Essa Era do Aquário está acabando, felizmente. E nós estamos entrando no jornalismo da Era da Rede, onde, graças à internet, graças à digitalização, o aquário não fica mais tão isolado. Sai uma notícia e essa notícia pode ser discutida, debatida, verificada, consolidada. Pode também ser negada. Ou seja, não temos mais um centro ativo produtor de informações e uma massa passiva de consumidores de informação. Nós temos hoje em dia os consumidores de informação também sendo ativos, também sendo produtores de informação. Isso eu chamo uma revolução, nós estamos só começando, incomoda muito, incomoda muita gente que estava acostumada a ficar no Olimpo, mas isso é inevitável, está acontecendo no mundo todo, está acontecendo no Brasil e isso é muito bom. É muito bom para nós jornalistas que podemos fazer um jornalismo melhor. Mas é muito bom para a população que pode ter acesso a um jornalismo melhor e pode contribuir com um jornalismo melhor.

O ministro foi além. Disse que o desafio de se inventar e achar seu espaço nessa nova era da comunicação vale inclusive para a TVT:

Eu acho que a TVT tem o desafio de estar nascendo nesse momento de transformação e de transição. Isso quer dizer que ela tem que olhar para a frente. Não achar também que são os dirigentes sindicais, os dirigentes que sabem tudo. Também não. É se abrir para a rede, se abrir para o que vem de fora, se abrir para o novo, porque é possível fazer melhor do que se faz. Eu acho que esse é o grande desafio de vocês.

Mas a Folha preferiu inventar o que o ministro não disse a noticiar o que ele disse. Na nova era do jornalismo, em que a informação incorreta se desnuda quase instantaneamente, espera-se que os veículos admitam seus erros e retifiquem-se, para não ver sua credibilidade afetada.

Para ler a transcrição do discurso do ministro, clique aqui.


1 Comentário

Às vésperas de receber o presidente Lula, o Palácio do Planalto foi aberto nesta terça-feira (24/8) para reunião do chefe de Gabinete Pessoal da Presidência da República, Gilberto Carvalho, e da ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Márcia Lopes, com integrantes do Movimento de População de Rua. O Blog do Planalto conversou com Anita Gomes dos Santos, coordenadora do Movimento Nacional de População em Situação de Rua, que no dia 23 de dezembro de 2009, durante comemoração do Natal no Sindicato dos Bancários de São Paulo, fez um discurso emocionado quando destacou o fato do presidente Lula receber os cidadãos mais humildes no Palácio do Planalto.

Dona Anita deu entrevista do parlatório do Palácio, quando se emocionou mais uma vez. Ela explicou que estava na companhia de outras lideranças para agradecer o governo pela edição de decreto que instituiu política nacional para a população em situação de rua (número 7053, de 23 de dezembro de 2009). Com a voz firme, Anita sugeriu que outros governantes sigam o exemplo do presidente Lula.

Abraçada ao presidente Lula, Anita foi só alegria na festa de Natal dos catadores de material reciclável em São Paulo (foto: Ricardo Stuckert/PR)

Abraçada ao presidente Lula, Anita foi só alegria na festa de Natal dos catadores de material reciclável em São Paulo (foto: Ricardo Stuckert/PR)

Ele continua vendo o povo mais humilde sem esquecer as raízes. Isso mexe muito com a gente. Uma pessoa que vê a gente como ser humano. Viemos aqui agradecer pelo decreto que ele assinou no ano pasado. Agora, queremos que esse decreto realmente comece a funcionar nos estados brasileiros, nos municípios. O presidente nos recebe. Mas, nas nossas cidades nem os prefeitos nos recebem. Que a gente possa estar discutindo politicamente. Nós estamos ali não porque queremos. Somos seres humanos e precisamos que as políticas públicas funcionem e que os Direitos Humanos não fiquem somente no papel. Que se tornem realidade. Não pedimos privilégios, mas que os nossos direitos sejam respeitados.


[10] Comentários

Presidente Lula com Neymar e Paulo Henrique Ganso, jogadores do Santos, após solenidade realizada em São Paulo. Foto: Domingos Tadeu/PR

Após a homenagem da diretoria da Abdib, nesta segunda-feira (23/8), num hotel em São Paulo, o presidente Lula teve encontro com Neymar e Paulo Henrique Ganso, jogadores do Santos. Na ocasião, o presidente fez elogios aos “Meninos da Vila” e ao presidente do clube, Luís Álvaro de Oliveira Ribeiro, que em negociação mantiveram Neymar no time santista. O garoto recusou proposta milionária do Chelsea, da Inglaterra, e assinou um novo contrato com o Peixe, válido até 2015.

O encontro durou cerca de 10 minutos. Na conversa com os craques, o presidente indagou sobre quando seria o confronto Santos e Corinthians, time do Lula que completa 100 anos em 2010 e irá homenageá-lo na próxima semana. Informado que o jogo será realizado no dia 22 de setembro, na Vila Belmiro, o presidente acenou com a possibilidade de assistir ao jogo com Luís Ribeiro.

Ouça abaixo a conversa do presidente Lula com os craques Neymar e Ganso.

O presidente Lula conversou com jornalistas que acompanhavam a audiência aos jogadores do Santos. Ele disse que tinha elogiado o presidente santista numa conversa com o ministro do Esporte, Orlando Silva, pelo fato de o clube ter se mobilizado pela permanência de Neymar. “Não é fácil convencer dois meninos a ficar, convencer gente a abrir mão de 30 milhões de euros. E eu acho que ele conseguiu isso, para os meninos é extraordinário, para o povo brasileiro é muito bom. Obviamente que os meninos precisam ganhar o que merecem porque, afinal de contas, eles são os artistas do futebol. Mas eu achei que foi uma lição que o Santos deu, e eu espero que outros times sigam a, a decisão política do Santos”, afirmou.

Ainda na entrevista, Lula foi indagado também sobre o estádio que será palco das partidas da Copa do Mundo 2014 no estado de São Paulo. Lula voltou a dizer que que não conseguia imaginar a realização do campeonato mundial de seleções “sem São Paulo”. O presidente explicou já ter conversado com o presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, sobre o assunto e esclareceu que após as eleições de outubro ele e o ministro Orlando Silva voltarão a tratar do tema.

“Depois das eleições eu e o ministro Orlando vamos sentar com quem estiver, com quem ganhar as eleições no estado e no governo federal e resolver esse problema, porque São Paulo não tem como ficar fora da Copa do Mundo.”


[11] Comentários

O Ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR), Franklin Martins, refutou nesta quinta-feira (19/8) em nota oficial a acusação do candidato a presidente da República, José Serra (PSDB), de que o governo federal cerceia, constrange e censura a imprensa brasileira, considerando-a “grave e descabida, sem qualquer apoio nos fatos”.

Segundo o ministro Franklin, ao dizer que o governo federal censura e persegue a imprensa, o candidato Serra falta com a verdade e contribui para arranhar a imagem internacional do Brasil.

“A imprensa no Brasil é livre. Ela apura – e deixa de apurar – o que quer. Publica – e deixa de publicar – o que deseja. Opina – e deixa de opinar – sobre o que bem entende. Todos os brasileiros sabem disso”, afirmou o ministro.

Leia abaixo a íntegra da nota:

O candidato do PSDB a presidente da República, José Serra, acusou hoje (19/8) o governo federal de cercear, constranger e censurar a imprensa. Trata-se de uma acusação grave e descabida, sem qualquer apoio nos fatos.

A imprensa no Brasil é livre. Ela apura – e deixa de apurar – o que quer. Publica – e deixa de publicar – o que deseja. Opina – e deixa de opinar – sobre o que bem entende. Todos os brasileiros sabem disso. Diariamente lêem jornais, ouvem noticiários de rádio e assistem a telejornais que divulgam críticas, procedentes ou não, ao governo. Jornalistas e veículos de imprensa jamais foram incomodados por qualquer tipo de pressão ou represália.

Para nós, a liberdade de imprensa é sagrada. O Estado Democrático só existe, consolida-se e se fortalece com uma imprensa livre. E, ao garantir a liberdade de imprensa no país, o governo federal sabe que está
em perfeita sintonia com toda a sociedade. Ela é uma conquista do povo brasileiro.

Compreendemos que as paixões da campanha eleitoral podem, em determinadas circunstâncias, toldar julgamentos serenos, mesmo naqueles que dizem ter nervos de aço. Mas seria prudente que certos excessos
fossem evitados. Ao dizer que o governo federal censura e persegue a imprensa, o candidato Serra não apenas falta com a verdade. Contribui também para arranhar a imagem internacional do Brasil, dando a entender que nossas instituições são frágeis e os valores democráticos, pouco consolidados.

Franklin Martins
Ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República


[34] Comentários

Infográfico: Thiago Melo

O Brasil comemora nesta quinta-feira (19/8) o Dia Mundial da Ação Humanitária apresentando uma estrutura inédita e coordenada do processo de prestação de assistência humanitária, capaz de atender regiões brasileiras e outros países com eficiência e agilidade.

O atendimento às vítimas das enchentes em Alagoas e Pernambuco são exemplos da agilidade dessa nova estrutura. Além de ações de Defesa Civil, o governo disponibilizou aos estados um crédito extraordinário de R$ 1,97 bilhão para a reconstrução das localidades atingidas. Durante visita às áreas alagadas no Nordeste, o presidente Lula reafirmou a diretriz de seu governo. “É um compromisso moral, é um compromisso político, é um compromisso humanitário a gente ajudar”, disse ele.

Somente nos primeiros oito meses de 2010, a ajuda humanitária brasileira a outros países atingiu a marca de R$ 33,3 milhões, com destaque para a atuação no Haiti após terremoto que destruiu o país caribenho em janeiro deste ano ano. Em um ato de mobilização nacional, o Brasil disponibilizou ao governo haitiano, de forma imediata, mais de uma tonelada de água potável, 361 toneladas de medicamentos e 2.598 toneladas de itens como comida, roupas e agasalhos, mobilizando 156 missões, 3,3 mil horas de voo, três navios de grande porte, além de recursos financeiros.

“Atento à necessidade de atender da melhor forma possível vítimas de catástrofes naturais e conflitos armados, o governo brasileiro vem aprimorando o processo de prestação de ação de assistência humanitária. Pela primeira vez, há uma coordenação estruturada e com recursos para esse fim”, explicou Milton Rondó, Coordenador-Geral de Ações Internacionais de Combate á Fome.

Em 2009, foi criado um armazém humanitário no Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, que permite a celeridade no transporte das doações enviadas por via aérea.

É a primeira vez que o Brasil tem uma estrutura que permite empreender, em caráter permanente e contínuo, ações humanitárias com a finalidade de proteger, evitar, reduzir e auxiliar outros países ou regiões brasileiras em situações emergenciais. No dia 21 de junho de 2006, o presidente Lula criou o Grupo de Trabalho Interministerial sobre Assistência Humanitária Internacional, coordenado pelo Ministério das Relações Exteriores, que desde então atua de maneira ágil no auxílio a países em situações de ameaça à vida, à saúde e à proteção dos direitos humanos.

O Dia Mundial da Ação Humanitária foi instituído pela ONU em homenagem ao brasileiro Sergio Vieira de Mello, morto em ataque ao prédio da ONU no Iraque, em 19 de agosto de 2003.


[3] Comentários

Next Page »