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O presidente responde
A coluna semanal O Presidente Responde aborda temas referentes à compra dos super caças pelo governo brasileiro, rodovias e desenvolvimento de esportes nas escolas. O motorista carioca Osvaldo Nascimento Silva abordou o primeiro tema: Por que o senhor ainda não autorizou a compra dos super caças? Não há potência econômica sem poder militar e os riscos à nossa soberania são evidentes”, indagou.

“Ainda não tomamos uma decisão a respeito justamente pela importância que a escolha terá sobre a capacidade de defesa e sobre o desenvolvimento tecnológico e industrial do Brasil. Temos que ser muito cautelosos. A FAB já fez sua análise e pré-selecionou três modelos que atendem às suas necessidades técnicas. Agora é a hora de o governo fazer a análise estratégica, política e econômica para apontar qual proposta trará mais benefícios para a sociedade. Posso adiantar que a empresa a ser escolhida, seja qual for, terá que se comprometer com a transferência irrestrita de toda a tecnologia de ponta”, afirmou o presidente Lula.

Leia a íntegra da coluna aqui.


Adair Syrio Júnior, comerciante de Caeté (MG), questionou sobre as condições a BR-381. Segundo o presidente, tanto esta rodovia quanto a BR 262, alternativa para chegar a Vitória e o norte do Espírito Santo vão ser incluídas no PAC 2, que será lançado até o fim do mês. “Na semana passada, concluímos que o melhor é realizar as obras através do DNIT. Decidimos então cancelar a concessão e incluir essas obras no PAC-2, para que a duplicação seja efetuada com recursos da União. Também vou colocar no PAC-2 obras que vão melhorar significativamente a BR-262, de BH até Vitória, com duplicação nos trechos de maior movimento. Com estas medidas, espero que possamos garantir o máximo de segurança para os usuários”, explicou.

A questão do desenvolvimento dos esportes nas escolas com foco na Copa do Mundo 2014 e nas Olimpíadas 2016 foi levantada pelo contador gaúcho Carlos Alberto F. de Azevedo. “O empenho para o Brasil sediar os dois eventos teve o objetivo, entre outros, de promover uma grande mudança na cultura esportiva do país. Pelo programa Mais Educação, do MEC, os alunos participam, nos turnos vagos, de várias atividades, incluindo natação, basquete, vôlei, futebol, handebol e judô”, disse o presidente.


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Autoridades dos governos de Brasil e Japão anunciaram, nesta terça-feira(9/3), a manutenção da agenda de cooperação tecnológica entre os dois países na área de banda larga. O secretário de Telecomunicações, Roberto Pinto Martins, e o vice-ministro de Assuntos Internos e Comunicações do Japão, Akira Terasaki, reiteraram o compromisso de manter a bem-sucedida parceria estratégica que já vem dando certo na área da TV Digital.

De acordo com Martins, os dois governos vão criar o Fórum de Promoção de Banda Larga Sem Fio, sob a supervisão conjunta do Ministério das Comunicações do Brasil e do Ministério de Assuntos Internos e Comunicações do Japão. O anúncio foi feito durante o seminário “Brazil – Japan International Workshop for Broadband Development”, que ocorre em São Paulo.

“É uma grande oportunidade que se apresenta de pegarmos carona no sucesso da TV Digital nipo-brasileira”, afirma o secretário brasileiro. Ele disse que o fórum, cujos detalhes ainda estão sendo fechados, será dedicado à promoção de tecnologias de informação e comunicações dos dois países e terá a participação dos governos brasileiro e japonês, além de contar com representantes da indústria e de institutos de pesquisa.


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O Governo Federal regulamentou o programa Minha Casa, Minha Vida para municípios com até 50 mil habitantes. Até nov/09, 3.755 cidades cadastraram 8.988 propostas que correspondem a 318.627 unidades habitacionais.


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A Secom divulgou nota hoje (ver aqui) mostrando que, ao contrário do que foi publicado na edição de hoje da Folha de S. Paulo, as pesquisas contratadas no ano passado e divulgadas em 25 de fevereiro no site da Secretaria (ver aqui) são para avaliar o conhecimento e a comunicação de mais de 30 políticas públicas ou programas. Tais como: “Bolsa Família, Samu, Farmácia Popular, Ensino Técnico, PAC, Pronaf, Luz para Todos, Reuni, PDE, salário mínimo, Projovem, Olimpíadas, Rede Pública de Saúde, Proinfo, Habitação, aumento do piso previdenciário, Pré-sal, Gripe A H1N1, preservação do meio ambiente, desmatamento na Amazônia, Olimpíadas 2016, Copa do Mundo 2014, dentre outras que podem ser observadas nos relatórios de pesquisa”.

Como é possível verificar, a grande maioria desses programas não é associada à ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. A repórter pinçou algumas pesquisas qualitativas de avaliação de campanhas publicitárias, como do PAC e do Minha Casa Minha Vida, para tirar a absurda conclusão de que tais levantamentos contribuem “para a tática de Dilma”.
Os roteiros dessas pesquisas também estão publicados no site da Secom. A simples leitura desses roteiros mostra que o objetivo dessas pesquisas é conhecer a percepção dos entrevistados sobre as campanhas de divulgação, a lembrança que se tem delas e a avaliação das peças publicitárias. O objetivo dessas avaliações, que são feitas por grandes anunciantes dos setores público e privado, é fazer os devidos ajustes para comunicar melhor as mensagens nas campanhas publicitárias seguintes.

Já no relatório de análise dos grupos de discussão pode-se verificar que a avaliação positiva da campanha do PAC é majoritária, ao contrário do que tenta induzir a Folha ao mencionar apenas a frase de um participante que sugere um viés eleitoreiro. Duas páginas antes da frase pinçada para referendar a tese do jornal há uma pessoa da mesma cidade (Recife) e mesma classe social (A/B), que compreende o PAC de forma diferente, o que a Folha sonega ao seu leitor:

Existe um programa, o PAC, que é a aceleração do crescimento com investimento no saneamento, habitação e estradas (Classe A/B – Recife).

Não precisaria muito esforço para conseguir outras frases de contraponto à reproduzida na Folha. Elas estão espalhadas por todo o relatório. Aqui estão alguns exemplos:

1) O comercial deixa claro o PAC. Programa de aceleração do crescimento. (Classe A/B – São Paulo).

2) Que o Governo Federal está investindo em obras (Classe C/D – Brasília).

3) O governo está buscando saídas. (Classe C/D – Goiania).

4) O governo vai gerenciar os recursos para que o programa dê certo (Classe C/D – São Paulo).

5) O governo está melhorando a vida das pessoas (Classe C/D – Brasília).

6) Firmeza do governo, trabalhando pelo povo (Classe C/D – Recife).

7) Uma diferença do governo Lula para os outros anteriores: é que alguma coisa a gente vê, nos outros a gente não via (Classe A/B – Fortaleza).

8) Vai gerar mais empregos. Está mudando a infra–estrutura. (Classe C/D – Brasília).

9) Geração de empregos, desenvolvimento do país (Classe A/B – Belém).

10) Acredito na propaganda. Acredito no Lula (Classe C/D – Recife).

11) Nós já estamos vendo as obras, as coisas acontecendo (Classe C/D – Recife).


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(Trecho em vídeo do programa de rádio. Vídeo: Ricardo Stuckert/PR)
Café com o presidenteO Portal Brasil, lançado na semana passada em Brasília, foi considerado pelo presidente Lula como sendo “o começo de uma nova era na área de Comunicação, entre o Estado brasileiro e a sociedade brasileira”. A avalição foi feita no programa semanal da rádio Café com o Presidente desta segunda-feira (8/3).

Você imagina que hoje, para que uma pessoa tenha informação do governo, às vezes ela tem que sair de casa, pegar um ônibus, ir a 500 repartições ou fazer 200 telefonemas para ter “uma” informação. Com o Portal Brasil, ela vai poder acessar o Portal Brasil e vai ter pelo menos 500 tipos de informações diferentes do Brasil.

Ouça aqui o programa na íntegra:

Para ler a transcrição do programa, clique aqui.

Outro tema abordado pelo presidente Lula foi a inauguração do projeto de irrigação Salitre, em Juazeiro (BA), na última sexta-feira (5/3). De acordo com Lula, o projeto é importante não apenas para aquela região, mas para o País.

Só no Nordeste brasileiro nós ainda temos 750 mil hectares de terras prontas para serem irrigadas; no Sudeste, nós temos 3 milhões de hectares; no Sul, nós temos 3,2 milhões de hectares; no Centro-Oeste, 4 milhões de hectares; e na região Norte do País, mais de 14 milhões de hectares. Então, você percebe que nós temos uma quantidade enorme de terra para ser irrigada.


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Selo do programa 7 anos em 7 minutosTransformando as demandas dos movimentos feministas e de mulheres em políticas públicas, o governo federal promoveu nos últimos sete anos mais cidadania e mais autonomia para um número cada vez maior de mulheres do País, afirma Nilcéa Freire, da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, em mais um programa da série 7 Anos em 7 Minutos que o Blog do Planalto publica nesta segunda-feira (8/3).

Nilcéa afirma que “desconstruir a cultura machista que alicerça a violência contra as mulheres não tem sido tarefa fácil”, muito menos eliminar “as desigualdades entre homens e mulheres”, mas o processo vem sendo acelerado com o trabalho conjunto entre governo e sociedade civil.

A secretária lembra que após duas conferências nacionais de políticas para as mulheres, realizadas em 2004 e 2008, e o lançamento dos respectivos planos nacionais de políticas para as mulheres, a situação vem melhorando. Ela frisa a importância da ação coordenada de 19 ministérios e secretarias especiais e parcerias com governos municipais e estaduais para o sucesso da empreitada.

Hoje, afirma Nilcéa, as mulheres representam mais de 50% daqueles que se beneficiaram do programa nacional de qualificação e avançaram em áreas antes restritas aos homens, como a construção civil.

Mais mulheres brasileiras tiveram acesso a requisitos básicos da cidadania e da construção da democracia.

Um dos pontos altos da atuação da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres foi a implementação de políticas públicas para a redução da violência contra a mulher, como a sanção em agosto de 2006 da Lei Maria da Penha, “um divisor de águas no combate a violência doméstica e familiar -- mais punição para os agressores e mais proteção para as mulheres”.

Em comparação a 2003, houve um aumento de 23% no número de delegacias da mulher, 54% no número de Casas Abrigo para mulheres em situação de risco de vida e 228% no número de Centros de Referência na atenção de mulheres em situação de violência. O País conta atualmente com 421 delegacias ou postos especializados, 149 Centros de Referência, 68 Casas Abrigos e 75 juizados e varas especializadas em violência contra a mulher.


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Segunda, 1 de março

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Na posse do presidente do Uruguai, José Mujica, Lula ladeado por chefes de Estado da América Latina

A semana em imagens (1 a 7/3) A semana em imagens (1 a 7/3) A semana em imagens (1 a 7/3) A semana em imagens (1 a 7/3) A semana em imagens (1 a 7/3) A semana em imagens (1 a 7/3) A semana em imagens (1 a 7/3) A semana em imagens (1 a 7/3) A semana em imagens (1 a 7/3) A semana em imagens (1 a 7/3) A semana em imagens (1 a 7/3) A semana em imagens (1 a 7/3) A semana em imagens (1 a 7/3)


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Por iniciativa de dona Lindú, José (com a neta Juliana) comprou a casa onde morou a família do presidente Lula, na Vila Carioca. (foto: Roberto Cordeiro/Blog do Planalto)

Por iniciativa de dona Lindú, José (com a neta Juliana) comprou a casa onde morou a família do presidente Lula, na Vila Carioca. (foto: Roberto Cordeiro/Blog do Planalto)

Na Vila Carioca, o Blog do Planalto visitou a casa onde morou a família do presidente Lula, no final dos anos 50, quando dona Lindú mudou-se de Santos para São Paulo. Há 10 anos o imóvel passou por ampla reforma. Atualmente, pertence a José Machado da Silva, 85 anos, primo em segundo grau de Lula. Ele conta que a mãe do presidente o incentivou a comprar a casa, pois naquela época não dispunha de recursos para ficar com o imóvel.


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O velho galpão da Vila Carioca vai dar lugar a um moderno complexo habitacional voltado para a população de baixa renda. Um antigo sonho do presidente Lula vai se transformar em realidade. Foto e vídeos: Roberto Cordeiro/Blog do Planalto

O velho galpão da Vila Carioca vai dar lugar a um moderno complexo habitacional voltado para a população de baixa renda. Um antigo sonho do presidente Lula vai se transformar em realidade. Foto e vídeos: Roberto Cordeiro/Blog do Planalto

Nos anos 50, o menino Luiz fitava da janela de sua casa, na rua Auriverde, no bairro Vila Carioca (zona sul de São Paulo), homens trajando terno de linho branco chegando ao grande galpão para o trabalho. Lá os homens trocavam o terno por roupas mais apropriadas para a operação de estiva. Cada um carregava três sacas de café. Quando chovia, a rua ficava alagada e, para que os operários pudessem atravessá-la, o menino Luiz colocava tábuas e recebia alguns trocados.

Luiz cresceu, virou metalúrgico, líder sindical, criou um partido político e, por fim, foi eleito presidente da República. Mesmo depois de tanto tempo, manteve em mente o desejo de transformar o galpão de 43 mil metros quadrados num espaço residencial. Agora o desejo vai se transformar em realidade.

Lula conversou esta semana com o desembargador Roberto Luiz Ribeiro Haddad, presidente do TRF da 3a. Região -- em nome de quem está hoje o galpão -- e acertou a transferência do espaço para a União. As pilhas de processos, equipamentos e material de escritório e carros apreendidos em operações coordenadas pelo Poder Judiciário serão transferidos para outro local e o prédio será derrubado para a construção de um complexo habitacional e área de lazer, escola e posto médico destinado à famílias de baixa renda.

O Blog do Planalto foi a Vila Carioca conhecer o imóvel e conversou com a superintendente do Patrimônio da União no Estado de São Paulo, Evangelina de Almeida Pinho, que iniciou o processo que tem por objetivo tirar do papel as soluções de arquitetos e urbanistas para o local. O presidente Lula quer lançar a pedra fundamental do complexo até o fim do ano.

Veja como é o galpão por dentro:


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Infográfico do lançamento do Portal Brasil


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