A presidenta Dilma Rousseff esteve no campus da Universidade de Pernambuco, em Garanhuns, onde participou da aula inaugural do curso de medicina. A presidenta Dilma chegou no meio da manhã desta terça-feira (30/8) ao estado de Pernambuco.
No Aeroporto Municipal de Caruaru, a presidenta concedeu entrevista para emissoras de rádio. Depois, seguiu para Cupira onde participou de cerimônia de assinaturas de ordens de serviço das barragens de Panelas e Gatos, do convênio da barragem de Serro Azul e de contratos de financiamento de contrapartidas para o programa Minha Casa, Minha Vida, que acontece no Ginásio Poliesportivo Clóvis Ferreira.
De Garanhuns, a presidenta segue para Recife. Na capital pernambucana, ela participa da inauguração das novas instalações da empresa Contax Contact Center, situada à rua 24 de agosto, s/n, bairro Santo Amaro.
A TV NBR transmitiu a aula inaugural. O internauta pôde acompanhar pelo Blog do Planalto a cerimônia de Garanhuns.
Em instantes colocaremos à disposição vídeo com a íntegra da aula inaugural.
A presidenta Dilma Rousseff esteve no campus da Universidade de Pernambuco, em Garanhuns, onde participou da aula inaugural do curso de medicina. A presidenta Dilma chegou no meio da manhã desta terça-feira (30/8) ao estado de Pernambuco.
No Aeroporto Municipal de Caruaru, a presidenta concedeu entrevista para emissoras de rádio. Depois, seguiu para Cupira onde participou de cerimônia de assinaturas de ordens de serviço das barragens de Panelas e Gatos, do convênio da barragem de Serro Azul e de contratos de financiamento de contrapartidas para o programa Minha Casa, Minha Vida, que acontece no Ginásio Poliesportivo Clóvis Ferreira.
De Garanhuns, a presidenta segue para Recife. Na capital pernambucana, ela participa da inauguração das novas instalações da empresa Contax Contact Center, situada à rua 24 de agosto, s/n, bairro Santo Amaro.
A TV NBR transmitiu a aula inaugural. O internauta pôde acompanhar pelo Blog do Planalto a cerimônia de Garanhuns.
Em instantes colocaremos à disposição vídeo com a íntegra da aula inaugural.
A coluna “Conversa com a Presidenta” , publicada em cerca de 190 jornais e revistas nesta terça-feira (23/8), aborda temas como campanha educativa no trânsito, o programa “Água para Todos”e a educação de jovens e adultos. A primeira pergunta respondida pela presidenta Dilma Rousseff foi formulada pela engenheira Sandrine Rebouças da Silva, moradora em Aracaju (SE). Segundo ela, “é triste ver as estatísticas no trânsito brasileiro”. Sandrine disse também que tem deparado com o fato de que “muitos morrem por estarem sem cinto de segurança”. Por isso, ela indaga se o governo pode fazer campanha educativa.
“Sandrine, o governo tem feito campanhas frequentes para informar e conscientizar a população. Foi o caso da que realizamos na Semana Nacional de Trânsito de 2010, abordando especificamente o uso de cinto de segurança e de cadeirinha. No feriado de Corpus Christi deste ano, fizemos uma campanha que resultou na redução de 35% de mortes em relação ao feriado do ano passado, mesmo com a frota de veículos tendo crescido 9,3% no período. É claro que os índices de acidentes ainda não são aceitáveis, mas nós estamos revertendo esse quadro.”
E continuou a presidenta Dilma: “Nas férias de julho, lançamos a campanha Pare, Pense, Mude, veiculada em tevês, rádios, revistas, no mobiliário urbano, em painéis, taxidoor, internet e mídias alternativas, entre outros meios. Estamos trabalhando em parceria com sindicatos de motoristas, de motociclistas, auto-escolas, montadoras de automóveis e de motocicletas, seguradoras, numa verdadeira cruzada contra os acidentes e mortes no trânsito. Estas iniciativas são parte do Pacto Nacional pela Redução de Acidentes de Trânsito (Parada), que vai permitir o cumprimento da meta firmada com a Organização Mundial da Saúde: reduzir em até 50% o número de mortes causadas pelos acidentes de trânsito nos próximos 10 anos.”
De Petrolina (PE), o aposentado Ricardo Heleno Justus perguntou se com o programa Água para Todos, “a água efetivamente virá para o nosso sertão”. A presidenta Dilma foi enfática: “Posso assegurar a você que sim”. Segundo ela, “o acesso à água é um direito sagrado de todos os cidadãos”. Assim, “o programa Água para Todos, que lançamos no mês passado, vai garantir esse direito às famílias em situação de extrema pobreza que vivem no semiárido nordestino”.
“E o programa já está sendo implementado. Para este ano, planejamos a construção de 367 mil cisternas, sendo que 140 mil já estão contratadas. Nossa meta é completar a construção de 750 mil cisternas e seis mil sistemas simplificados de abastecimento para o consumo humano até 2014, garantindo acesso a água limpa à população do semiárido. Para a produção agrícola e pecuária, vamos implantar 150 mil cisternas de produção, 20 mil pequenos sistemas de irrigação e 3 mil barragens de água pluvial.”
Dilma Rousseff acredita que “o Água para Todos vai repetir o sucesso do Luz para Todos, que está promovendo uma verdadeira revolução no campo, ao trazer 2,8 milhões de famílias das trevas do século 19 para a modernidade do século 21″. E prosseguiu: “Mas a garantia de acesso a água virá também de outros investimentos que estamos fazendo no Nordeste, como a integração da Bacia do São Francisco, construção de adutoras, açudes, canais de irrigação e sistemas urbanos de abastecimento de água. Este conjunto de intervenções garantirá a tão sonhada segurança hídrica no Nordeste.”
Moradora em Belém, a educadora Luciene Cavalcante indagou sobre a política do governo federal para a educação de jovens e adultos. De pronto, a presidenta Dilma garantiu que o governo se mantém “comprometido com a educação de jovens e adultos, porque garantir acesso à educação é indispensável ao exercício pleno da cidadania”.
“Nos últimos anos, foram ampliados consideravelmente os investimentos nessa área. Desde 2003, o Programa Brasil Alfabetizado (PBA), voltado para a alfabetização de jovens, adultos e idosos, é desenvolvido em todo o território nacional. A prioridade é para 1.928 municípios que apresentam as mais altas taxas de analfabetismo. As prefeituras recebem apoio técnico para a implementação do programa. O Educação de Jovens e Adultos (EJA) é uma modalidade de ensino para os níveis fundamental e médio, sobretudo da rede pública, para os que não concluíram os cursos da educação básica na idade apropriada. O EJA foi incluído no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), o que viabiliza a melhoria da qualidade do ensino pelos estados e municípios. Instituímos também o Programa Nacional do Livro Didático para a Educação de Jovens e Adultos (PNLDEJA), que distribui livros didáticos para as turmas de alfabetização do PBA e da modalidade EJA.”
A presidenta Dilma disse que “agora o Ministério da Educação está elaborando um novo programa de educação no campo, que terá um olhar especial para a educação de jovens e adultos e para o problema do analfabetismo, que é mais intenso no meio rural”. Com esta nova ação, explicou, vamos acelerar o enfrentamento do desafio de garantir acesso à educação para jovens e adultos brasileiros.
A terceira fase do Plano de Expansão da Rede Federal de Educação – composta por universidades e Institutos Federais de Educação Profissional, Ciência e Tecnologia (Ifets) – foi o tema do programa de rádio Café com a Presidenta desta segunda-feira (22/8). O programa mereceu edição especial para os 26 estados e o Distrito Federal. O internauta pode ouvir o programa específico aqui.
A presidenta Dilma Rousseff lembrou que, até 2014, serão inauguradas quatro novas universidades federais, no Norte e no Nordeste, 47 novos campi pelo país afora, a partir da expansão de universidades já existentes, além de 208 novas escolas técnicas em 200 municípios. A expectativa do governo é que 1,2 milhão de alunos se matriculem nas universidades federais e, outros 600 mil, nos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia.
“Estamos criando condições para formar engenheiros, médicos, agrônomos, professores, dentistas e técnicos das mais diversas especializações, em municípios dos mais diferentes tamanhos, em todas as regiões (…). A expansão da Rede Federal de Educação vai promover uma grande mudança social em nosso país: a mudança pelo conhecimento.”, disse a presidenta.
Dilma Rousseff explicou que o governo federal utilizou vários critérios para fazer a seleção das cidades beneficiadas, como a priorização dos municípios com mais de 50 mil habitantes em microrregiões onde não existiam escolas da Rede Federal e no interior do Brasil, localidades com elevado percentual de extrema pobreza e, por último, municípios que têm mais de 80 mil habitantes cuja prefeitura arrecada pouco e tem dificuldade de investir em educação.
A presidenta afirmou que o processo de expansão foi iniciado no governo Lula, entre 2003 e 2010, período em que foram criadas 14 universidades federais e 126 novos campi universitários. O número de escolas técnicas também cresceu muito nos últimos anos, complementou a presidenta, ao citar que entre 1909 – quando foi criada a primeira escola técnica –, e o ano de 2002, foram abertas apenas 140 escolas técnicas. Já, entre 2003 e 2010, foram 214 novas escolas técnicas.
“Fazendo as contas, você vai ver que o governo Lula fez mais do que nos cem anos anteriores, e que agora nós também faremos mais do que nos cem anos anteriores.”
Durante o programa, a presidenta tocou em um assunto recorrente em seus discursos e entrevistas: o enfrentamento à crise financeira internacional. Ela reafirmou que esse salto que o Brasil está dando na educação, criando mais oportunidades para os brasileiros, também ajudará o país a enfrentar os efeitos da crise. Mais uma vez a presidenta foi enfática ao defender que o Brasil está preparado para atravessar esse momento de instabilidade econômica mundial. “Mas não podemos descuidar”, alertou.
“Nós temos que ter consciência de que estamos vivendo uma situação mundial de muitas turbulências lá fora (…). Temos que enfrentar os desafios de hoje sem tirar os olhos do amanhã. Por isso o nosso esforço para dar o salto na educação, o salto tecnológico, o salto para o Brasil competitivo, capaz de produzir, de inovar e de gerar oportunidades e riquezas para todos os brasileiros”, finalizou.
Ouça abaixo íntegra do programa de rádio Café com a Presidenta ou leia aqui a transcrição.
A crise financeira internacional e os seus efeitos sobre os mercados, além da agenda de compromissos da semana marcaram a reunião de coordenação, nesta segunda-feira (15/8), no Palácio do Planalto. Sob o comando da presidenta Dilma Rousseff, ministros e lideranças do governo no Congresso Nacional acompanharam a exposição do ministro da Fazenda, Guido Mantega, sobre o cenário da economia global.
Em seguida, os participantes da reunião foram informados que, nesta terça-feira (16/8), no Palácio do Planalto, haverá cerimônia de anúncio da expansão da Rede Federal de Educação Superior Profissional e Tecnológica. Já na quinta-feira (18/8), no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo, a presidenta Dilma reúne-se com os governadores dos estados da região Sudeste. O encontro na sede do governo do estado tem por finalidade a assinatura do Termo de Pactuação do Plano Brasil sem Miséria.
As informações sobre a reunião de coordenação foram transmitidas aos jornalistas que cobrem a Presidência da República, no início da tarde, no comitê de imprensa do Palácio do Planalto, pelo porta-voz da Presidência, Rodrigo Baena.
A coluna Conversa com a Presidenta, publicada nessa terça-feira (19/7), em cerca de 190 jornais e revistas no Brasil e no exterior aborda temas como ajuda às famílias vítimas da tragédia na região Serrana do estado do Rio, o aumento da oferta de vagas em faculdades públicas e a relação do Palácio do Planalto com os governadores de partidos de oposição. Agricultora de Teresópolis (RJ), Anna Lúcia Vasconcellos indagou sobre o que o governo federal fará (ou está fazendo) pelas famílias que perderam tudo com a tragédia que devastou a região Serrana fluminense.
“Anna, desde o primeiro momento da tragédia, na virada do dia 11 para o dia 12 de janeiro, o governo federal atuou na ajuda às vítimas. Imediatamente, mandamos onze helicópteros e 500 homens das Forças Armadas para auxiliar no socorro. A Secretaria Nacional de Defesa Civil (Sedec) mobilizou o Grupo de Apoio a Desastre (Gade), que operou em todas as fases, reduzindo a ocorrência de danos e prejuízos. Até o dia 18 de janeiro já tínhamos enviado R$ 100 milhões para o governo estadual e para sete municípios afetados, sobretudo para ações de socorro e assistência.”
E continuou: “Disponibilizamos também cestas de alimentos, vacinas e ambulâncias do SAMU 192, e estamos apoiando as ações de reconstrução. No começo de junho, foi autorizado o chamamento público para as empresas que apresentarão os projetos destinados à construção de 6.641 moradias. O projeto, com investimentos de R$ 351,2 milhões do governo federal, R$ 278 milhões do governo estadual e R$ 40 milhões da iniciativa privada, prevê também a reconstrução de 97 pontes e a contenção de 66 encostas das áreas afetadas. Vamos inaugurar este ano um Centro de Alerta para Desastres, a cargo do Ministério da Ciência e Tecnologia, e estamos investindo fortemente na melhoria do Sistema Nacional de Defesa Civil.”
Moradora em Marataízes (ES), a estudante Aléxia Duarte quis saber aquilo que o governo pretende fazer para melhorar o desenvolvimento educacional e aumentar as ofertas para ingresso em faculdades públicas. A presidenta Dilma disse que “desde o governo passado, nós adotamos medidas para melhorar a qualidade do ensino e democratizar as oportunidades na educação pública”. Ela informou também que o Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni) já ajudou a aumentar o número de vagas de ingresso nessas instituições, de 109 mil em 2003 para cerca de 235 mil neste ano.
“E vamos dar continuidade à ampliação da rede pública, mantendo o foco na interiorização das universidades. Alexia, há também o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), no qual o estudante é selecionado em função da nota obtida no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Mais democrático, este sistema evita que o estudante passe pelo desgaste de prestar vestibular em várias universidades. Do ano passado para cá, o número de universidades participantes passou de 23 para 39. Não podemos nos esquecer do Programa Universidade para Todos (ProUni), de concessão de bolsas de estudos para estudantes de famílias de baixa renda, que já beneficiou 864 mil estudantes até maio de 2011. E do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), que faz empréstimos a juros baixíssimos para financiar curso superior e tem diversas facilidades para as amortizações. Com estes programas, que terão continuidade em meu governo, ampliamos de forma consistente as oportunidades de acesso ao ensino superior.”
A terceira pergunta da coluna veio de Porto Nacional (TO). A estudante Wilma Alcântara perguntou sobre como será a relação da presidenta Dilma com os governadores que não são de sua base de sustentação. “Wilma, nesses seis meses de convivência, já provamos o que queremos para todo o meu mandato: manter uma relação republicana e solidária com todos os governadores e prefeitos, independentemente de suas filiações partidárias. A disputa política, o embate de ideias entre os diversos partidos, deve se dar na sociedade, através dos meios de comunicação, no parlamento, entre outros espaços”, disse.
“É legítimo, faz parte da democracia e é importante que seja assim. Mas no executivo, temos que estabelecer parcerias que beneficiem a sociedade. Por exemplo, no Brasil sem Miséria, um ator fundamental será a prefeitura municipal. É o prefeito, através de órgãos da administração do município, que terá condições de localizar e assistir cada família que precisa de ajuda. As parcerias que estabelecemos não levam em conta se o prefeito ou o governador são do partido A, B ou C. Afinal, fui eleita para ser a presidenta de todos os 190 milhões de brasileiros. No programa Minha Casa Minha Vida e no PAC, procuramos envolver todos os governos estaduais e todas as prefeituras porque a nossa preocupação primeira é chegar às áreas que mais precisam de apoio, sem levar em conta a filiação partidária do gestor local. Portanto, Wilma, tenha a certeza de que nossa maneira de administrar terá sempre como foco o bem-estar de todos os brasileiros, sem distinção de qualquer espécie.”
Em discurso pelos 60 anos da Capes, presidenta Dilma Rousseff destacou a importância da educação. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
A construção de uma sociedade mais justa passa pela oferta de uma educação de qualidade, com a valorização de alunos e educadores, defendeu a presidenta Dilma Rousseff, nesta segunda-feira (11/7), durante cerimônia entrega do Prêmio Anísio Teixeira, por ocasião do 60º aniversário da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), no Palácio do Planalto. No discurso, a presidenta Dilma deu ênfase à educação pública como principal instrumento de criação da democracia.
Na cerimônia, a presidenta Dilma destacou também o programa Ciência sem Fronteiras, que tem por objetivo a formação no exterior de 75 mil bolsistas patrocinados pelo governo federal e outros 25 mil estudantes custeados pela iniciativa privada. Dilma Rousseff disse da importância da participação dos Ministérios da Educação e da Ciência e Tecnologia no sentido de “fomentar a produção do conhecimento”.
Ainda no discurso, a presidenta falou da “herança bendita” que recebeu do governo do ex-presidente Lula. E, conforme salientou, seguirá no compromisso de “aprofundar as conquistas que o país teve ao longo dos anos” e de certa forma mais acelerada a partir do ano de 2003. Dilma Rousseff mencionou o educador Anísio Teixeira, fundador da Capes, quando dizia que “só existirá democracia no Brasil, no dia em que se montar no país a máquina que prepara as democracias. Essa máquina é a escola pública”.
“Sem sombra de dúvida que a valorização da educação é de extrema importância. A Capes tem contribuído para esse objetivo. Fico orgulhosa porque herdei uma herança… Estamos preparados para o desafio da sociedade do conhecimento. Ao lado de um programa efetivo da distribuição de renda e combate à miséria lutar por um processo sofisticado. Sem dúvida que a escola pública é fundamental nessa estratégia. Eu concordo integralmente com um grande dirigente da Capes, Anísio Teixeira, que dizia que só existirá democracia no Brasil no dia que se montar a maquina que produz democracia e essa máquina é a escola pública.”
A presidenta lembrou que recentemente lançou o Pronatec que dá ênfase ao ensino técnico. Isso, segundo afirmou, colocará o Brasil num patamar mais elevado e, por este motivo, até 2014 vai buscar implantar, pelo menos um instituto federal, em mais da metade dos municípios brasileiros.
Vídeo com a íntegra da cerimônia
Ouça abaixo a íntegra do discurso da presidenta Dilma Rousseff.
Seis décadas da Capes -- Nesses 60 anos, a Capes comemora a evolução e o crescimento da pós-graduação brasileira e a bem-sucedida implementação de programas que contribuem para aprimorar a qualidade da educação básica, com a formação de professores mais bem preparados para atuar nas escolas brasileiras.
Prêmio — O Prêmio Anísio Teixeira foi instituído pelo Ministério da Educação em 1981, nas comemorações dos 30 anos de criação da Capes. A cada cinco anos, são homenageadas personalidades brasileiras com relevante contribuição para o desenvolvimento da pesquisa da pós-graduação no país. Patrono da educação Brasileira, Anísio Teixeira [1900-1971] dirigiu a Capes de 1951, ano de criação, até 1963.
Os homenageados
Álvaro Toubes Prata — Reitor e professor titular da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Foi coordenador de área de engenharias III na Capes. Atua como pesquisador nível 1A no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e coordena, na UFSC, o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Refrigeração e Termofísica. Recebeu a comenda da Ordem Nacional do Mérito Científico, classe Grã-Cruz, destinada a personalidades que se distinguem por relevantes contribuições à ciência. Natural de Uberaba, Minas Gerais.
Fernando Galembeck — Professor titular da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), vinculado ao Instituto de Química, orientou 80 teses, três delas premiadas. Atua na área de novos materiais e já licenciou sete patentes. Participou da implementação do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (PADCT), que revolucionou a química brasileira. Recebeu prêmios no Brasil e no exterior, entre os quais os da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), da Sociedade Brasileira de Química e o Álvaro Alberto para Ciência e Tecnologia, em 2007. Natural de São Paulo.
João Fernando Gomes de Oliveira — Professor titular da Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo (USP) e diretor-presidente do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo. Tem pós-doutorado pela Universidade da Califórnia – Berkeley. Foi coordenador da área de engenharias III da Capes. Reúne 200 trabalhos publicados em periódicos, congressos, revistas e jornais e cinco patentes. Foi condecorado com a comenda e a Grã-Cruz da Ordem Nacional do Mérito Científico. Recebeu o prêmio da Fundação Conrado Wessel e o SAP Américas Innovation Award. Natural de São Paulo.
Luiz Bevilacqua — Professor emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Atuou como secretário-executivo do Ministério da Ciência e Tecnologia, diretor das unidades de pesquisa do CNPq, diretor científico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Rio de Janeiro, presidente da Agência Espacial Brasileira, vice-reitor acadêmico da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro, diretor do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe) da UFRJ e reitor da Universidade Federal do ABC (UFABC). Participou da criação do programa de engenharia civil da UFRJ. Natural do Rio de Janeiro.
Nelson Maculan Filho — Professor titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Ultrapassou a centena de trabalhos publicados, formou 150 mestres e 60 doutores e ocupou cargos de destaque na administração acadêmica, entre eles, os de reitor da UFRJ e de secretário de educação superior do Ministério da Educação. Recebeu o título de doutor honoris causa da Universidade de Paris 13 e a Medalha da Ordem Nacional do Mérito Científico. É membro da Academia Brasileira de Ciências. Natural de Londrina, Paraná.
Na manhã desta segunda-feira (11/7), de acordo com alteração na agenda de trabalho, a presidenta Dilma Rousseff participa de reunião de coordenação no Palácio do Planalto.
À tarde, a presidenta Dilma participa da cerimônia de entrega do Prêmio Anísio Teixeira a professores e pesquisadores que contribuíram para o crescimento da educação e da ciência no Brasil.
Patrono da educação brasileira, Anísio Teixeira (1900-1971) dirigiu a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes)/MEC de 1951, ano de criação do órgão, até 1963. A solenidade, que também comemora os 60 anos da Capes, está prevista para as 15h, no Salão Nobre do Palácio do Planalto.
Presidenta Dilma Rousseff ladeada pelo governador Sérgio Cabral e a ministra Helena Chagas (Secom), junto com o prefeito do Rio, Eduardo Paes, e a empresária Maria Alexandra Mascarenhas Vasconcellos. Foto: roberto Stuckert Filho/PR
Um jornal que, ao completar 60 anos de existência, se insere no “momento especial do Brasil”. Assim a presidenta Dilma Rousseff definiu o jornal O Dia na noite desta segunda-feira (27/6), em cerimônia no Museu Histórico Nacional, na capital fluminense. Com seis décadas de fundação completadas neste mês, a publicação reuniu a presidenta Dilma, o governador Sérgio Cabral, o prefeito Eduardo Paes, ministros, políticos, empresários e jornalistas para homenagear cinco cidadãos que marcaram a história da “Cidade Maravilhosa”: Lucinha Araújo, da Fundação Viva Cazuza; sargento Márcio Alves, herói do massacre ocorrido na Escola Municipal Municipal Tasso da Silveira, em Realengo; o diretor do AfroReggae José Jr.; o sambista Martinho da Vila; e, a professora Sueli Pontes Gaspar.
“Sem sombra de dúvidas que é com grande satisfação que participo das comemorações dos 60 anos de um dos jornais mais populares. Importante que a gente considere como um jornal inovador. Através não só do seu projeto gráfico, mas também pela fórmula que o jornal utiliza que é torná-lo acessível à população do Rio, divulgando situações e transmitindo conhecimentos.”
A presidenta Dilma iniciou discurso prestando homenagem ao governador Cabral. Ela destacou a importância da parceria firmada entre o estado do Rio, a prefeitura da capital fluminense e o governo federal. E ressaltou também a participação do governador para solidificar a parceria iniciada no governo do ex-presidente Lula. Dilma Rousseff deu ênfase às articulações de Eduardo Paes e do vice-governador Luiz Fernando Pezão em todo este processo. Para a presidenta do Conselho de Administração do Empresa Jornalística Econômico (Ejesa), Maria Alexandra Mascarenhas Vasconcellos, controladora de O Dia, Dilma Rousseff destacou a presença da mulher em vários segmentos da economia brasileira.
Mais adiante, a presidenta falou da importância dos homenageados para o Rio. Em especial, segundo explicou, da professora
Presidenta Dilma abraça a professora Sueli Gaspar, diretora do Ciep 1º de Maio, exemplo de dedicação no campo educacional. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Sueli Gaspar, diretora do Ciep 1º de Maio, localizado em Santa Cruz, zona oeste do Rio. “A professora Sueli Pontes Gaspar. Não tenho nem como manifestar aqui… A professora tem uma consciência profunda. O fato de que essa professora é grande heroína do processo. Os professores são os responsáveis, podem ter certeza, pela melhoria da Educação no Brasil”, enfatizou a presidenta.
Em seguida, a presidenta teceu comentários sobre o jornal e sua identificação com o povo do Rio de Janeiro. Segundo a presidenta, trata-se de uma referência para o cidadão. Ela lembrou também que o periódico completa seis décadas de existência num momento em que o país se consolida como democracia e pela robusta economia.
“É um jornal que se insere num momento especial do Brasil. Num momento em que superamos a falta de liberdade de expressão de comunicação. O Dia surge num momento especial do Brasil. Passou por toda história do Brasil. Agora podemos dizer que vive seu momento especial. Converge também para um processo de ampliação das bases da nossa sociedade. Somos um país democrático.”
Depois, a presidenta Dilma buscou destacar estudo divulgado nesta segunda-feira pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), de autoria do professor e economista-chefe Marcelo Neri. O resultado aponta que, entre janeiro de 2003 a maio de 2011, cerca de 40 milhões de brasileiros alcançaram a classe média. Para se ter uma ideia, segundo a presidenta, essa quantidade de brasileiros representa quase a população da Argentina e mais de duas vezes a população do Chile. “Se juntarem esse contingente de cidadãos com mais acesso a educação, a saúde e a bens de consumo… Esse processo vai continuar porque tem empenho da nação. O Brasil mudou e está progressivamente comprometido com um fato: dar oportunidade para todos, mas olhar para aqueles que são mais pobres.”
“Para nós, superar a pobreza extrema é um desafio, mas também um compromisso moral e ético”, disse a presidenta destacando que o fato mais importante está na força dos 190 milhões de brasileiros, muito mais do que o destaque econômico, com crescimento do Produto Interno Bruto (PIB).
A ministra-chefe da Secretaria de Comunicação Social, Helena Chagas, e o ministro da Pesca e Aquicultura, Luiz Sérgio, também participaram da cerimônia. No discurso, Helena Chagas destacou a importância do jornal O Dia e dos profissionais que fazem cada edição do periódico.
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