educação


Presidenta Dilma Rousseff participa da cerimônia de sanção da lei que cria do Pronatec ao lado do presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia, do vice-presidente Michel Temer e do presidente do Senado, José Sarney. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Ao sancionar a lei que cria o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) no início da tarde de hoje (26) no Palácio do Planalto, a presidenta Dilma Rousseff disse que a formação profissional de jovens e adultos é um dos pilares para o desenvolvimento do país, acesso à renda e fortalecimento do mercado interno e da indústria nacional. O Programa vai oferecer 8 milhões de vagas até 2014 em cursos de formação técnica e profissional para estudantes do ensino médio das escolas públicas e trabalhadores. Para isso, serão investidos R$ 24 bilhões.

Dilma Rousseff destacou que o Pronatec faz parte do movimento iniciado no governo do ex-presidente Lula de, ao mesmo tempo em que universaliza o ensino, investe na qualidade, na expansão e na interiorização. É também – na visão da presidenta – a oportunidade para que muitos jovens e adultos obtenham o conhecimento e prática necessários para ingressarem no mercado de trabalho.

“Tudo isso combina com o decreto que assinei da e-Tec, a nossa escola aberta de tecnologia à distância, que será também uma grande contribuição para que esse ensino técnico profissionalizante se interiorize. Porque o que queremos é que na sua cidade ou o mais perto possível dela o nosso jovem, o nosso adulto ou o trabalhador tenha oportunidade de capacitação.”

Ela agradeceu o apoio do Congresso Nacional por aprovar o programa e mencionou a “grande contribuição” da iniciativa privada. Disse, ainda, que o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) passa a beneficiar também estudantes de curso de formação profissional e tecnológica. Outra novidade prevista no decreto é o Fies-Empresa, financiamento com o qual empresas podem custear formação de seus trabalhadores.

“O Brasil é do tamanho dos nossos sonhos; do sonho de cada um de nós. Mas, também, além de ser do tamanho dos sonhos, é do tamanho das oportunidades que nós damos para os brasileiros e as brasileiras realizarem seus sonhos. E eu tenho muito orgulho de dizer que o Pronatec é a maior marca, maior instrumento, a maior iniciativa, a maior ação no sentido de realização do sonho e do futuro de muitos jovens brasileiros e brasileiras.”

Terão prioridade no acesso ao Pronatec estudantes do ensino médio da rede pública, beneficiários do Bolsa Família, agricultores e descendentes indígenas. A legislação estimula, ainda, o aumento das vagas ofertadas às pessoas com deficiência e a reserva de 30% dos recursos do Pronatec para regiões do Norte e do Nordeste.

Do total de vagas, 5,6 milhões serão criadas nos cursos de curta duração para qualificação profissional de trabalhadores. Outras 2,4 milhões serão destinadas a cursos técnicos voltados para os estudantes do ensino médio, com duração de, pelo menos, um ano.

Pelo Pronatec, o governo também vai construir 208 novas unidades dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, sendo que 35 ficarão prontas ainda este ano. Além disso, serão investidos R$ 1,7 bilhão na construção de 176 escolas técnicas estaduais, e também na reforma, ampliação e compra de equipamentos de outras 543 unidades.

Ouça abaixo a íntegra do discurso da presidenta Dilma Rousseff:


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Café com a presidenta

No programa de rádio Café com a Presidenta desta segunda-feira (19/9), Dilma Rousseff comentou o fato de ser a primeira mulher a abrir a Assembleia Geral das Nações Unidas. Ela está em Nova York, nos Estados Unidos, e na próxima quarta-feira (21/9) fará a abertura do debate geral da 66ª sessão da Assembleia Geral da ONU, tarefa que cabe tradicionalmente ao Brasil.

Segundo antecipou a presidenta durante a entrevista, a viagem a Nova York será um momento para discutir temas importantes, como o papel da mulher no mundo, a transparência nas ações dos governos e o combate a doenças crônicas. Outra temática que merecerá destaque – afirmou a presidenta – é a crise econômica mundial.

“Vou falar em nome do Brasil para chefes de Estado dos 193 países que vão participar dessa Assembleia Geral (…). O Brasil tem muito a mostrar em cada um desses temas”, frisou.

Outro assunto abordado pela presidenta Dilma durante o programa de rádio foi o anúncio feito, na semana passada, de que o governo federal irá construir 6.427 creches e pré-escolas em todo o Brasil, “em um esse esforço para oferecer educação de qualidade a todas as crianças de zero a cinco anos de idade”. Desse total, 4.943 creches e pré-escolas já foram colocadas à disposição de 1.465 municípios, informou. A presidenta afirmou ainda que, para a seleção dos municípios contemplados, foi feito um levantamento para saber onde há mais necessidade de creches e pré-escolas.

Sobre a sistemática de construção de creches, Dilma Rousseff esclareceu que o governo federal oferece os recursos para construção do prédio e para a manutenção da unidade escolar no primeiro ano de funcionamento; cabe às prefeituras dar o terreno e assumir a administração da nova creche.

“Na creche e na pré-escola, elas vão ter acesso a jogos, brinquedos e aos primeiros livros. Esse acompanhamento, no início da vida, faz toda a diferença no desenvolvimento da criança. Por isso, estamos fazendo esse esforço para que as crianças mais pobres tenham acesso à educação infantil. É uma forma de garantir a elas os mesmos direitos e as mesmas oportunidades de quem pode pagar uma escola particular”, complementou.

Dilma Rousseff comentou também sobre a construção e cobertura, até 2014, de 10 mil quadras esportivas nas escolas, de maneira a atender mais de 8 milhões de alunos. “Assim, os alunos podem praticar esportes o ano inteiro, mesmo em dias de chuva, em dias quentes ou muito frios”, afirmou. Na opinião da presidenta, o esporte é um estímulo para que as crianças permaneçam na escola por mais tempo e, muitas vezes, uma maneira de tirar a criança da rua, sobretudo nas regiões mais carentes.

Ouça abaixo a íntegra do programa de rádio Café com a Presidenta ou leia aqui a transcrição.

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Em pronunciamento feito em rede de emissoras de rádio e televisão, na noite desta terça-feira (6/9), a presidenta Dilma Rousseff destacou que “o maior valor que podemos alcançar é o de garantir a qualidade de vida de 190 milhões de brasileiros”. Na véspera do feriado de 7 de setembro, Dia da Independência do Brasil, a presidenta Dilma disse que “um país abençoado de riquezas como o Pré-Sal é capaz de transformar estas riquezas em bem estar para o seu povo”.

“Um país que tem rumo e sabe da grandeza do seu destino. Um país que, com o malfeito, não se acumplicia jamais. E que tem na defesa da moralidade, no combate à corrupção, uma ação permanente e inquebrantável. Um país que vem surpreendendo o mundo com seu progresso, mas que sabe que precisa avançar ainda mais. Sabe que precisa melhorar mais, não para mostrar ao mundo que temos valor, mas, para mostrar a nós mesmos que o maior valor que podemos alcançar é o de garantir a qualidade de vida de 190 milhões de brasileiros. Viva o Sete Setembro! Viva o Brasil! Viva o Povo Brasileiro!”

Dilma Rousseff iniciou o pronunciamento oficial lembrando da comemoração do 7 de setembro e enfatizando que “o significado desta data não precisa ser explicado a nenhum de nós”. E prosseguiu: “Mas necessita, a cada dia, ser renovado por todo brasileiro e por toda brasileira”.

“Hoje, também vivemos um momento de transformação. O mundo enfrenta os desafios de uma grave crise econômica e cobra respostas novas para seus problemas. Apesar de ter a mesma raiz, a crise atual é mais complexa que aquela de 2008, da qual nós nos saímos muito bem. Os países ricos se preparam para um longo período de estagnação ou até de recessão. Mas a crise não nos ameaça fortemente, porque o Brasil mudou para melhor”.

Ainda durante o pronunciamento, a presidenta disse: “Nosso Brasil, por ter sido, nos últimos anos, um país que se transformou, que soube fortalecer e ampliar as oportunidades de trabalho, seu mercado interno e o poder de consumo de sua gente, está plenamente preparado para enfrentar mais este desafio. Aqui, o emprego e a renda batem recordes históricos. Nossas reservas internacionais estão mais sólidas do que nunca. O crédito continua crescendo. E a inflação está sob controle. Os juros voltaram a baixar e a estabilidade da economia está garantida”.

A presidenta lembrou que a situação do Brasil diante do cenário internacional é mais privilegiada em relação aos demais países. Porém, segundo destacou, “ainda estamos aquém do que podemos e do que necessitamos”. E continuou: “O Brasil tem muito espaço para crescer -- e o povo brasileiro tem motivos de sobra para ter esperança em um futuro ainda melhor. Precisamos crescer não só em termos de economia e de mercado. Não só em consumo de bens, mas, igualmente, na melhoria da qualidade e do acesso aos serviços públicos”.

Em seguida, a presidenta Dilma Rousseff destacou pontos que o governo federal pretende atuar de modo a fazer frente às necessidades do país: “A saúde, a educação e a segurança têm que deixar de ser motivo de insônia dos brasileiros para ser motivo de um novo despertar desta Nação. O círculo virtuoso que precisamos implantar no nosso país é o da qualidade dos nossos serviços públicos, pois já implantamos o grande círculo virtuoso do crescimento com inclusão social e distribuição de renda”.

“Por isso, estamos ampliando o grande esforço que o Brasil fez no governo Lula, e, até 2014, vamos criar mais quatro novas universidades; mais 47 extensões universitárias; e mais 208 novas escolas de educação profissional e tecnológica. Vamos reforçar o ProUni -- que atingiu, no mês passado, a marca de 912 mil estudantes beneficiados -- e vamos também mandar 75 mil estudantes, com bolsas pagas pelo governo federal, para estudar em excelentes universidades no exterior.”

E informou: “Tão logo seja aprovado pelo Congresso Nacional, o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego -- o Pronatec -- vai começar a capacitar para o trabalho 8 milhões de brasileiros nos próximos quatro anos.Ele vai beneficiar estudantes do ensino médio, vai ajudar trabalhadores desempregados a recomeçarem a vida profissional e vai abrir as portas do mercado de trabalho para milhares de brasileiros que deixem o Bolsa Família.”

Durante o pronunciamento a presidenta Dilma disse também que o combate às drogas é um ponto vital que une a questão da saúde e da segurança. “Estamos ampliando o número de UPAs e de Unidades Básicas de Saúde. Um ponto vital une a questão da saúde e a da segurança -- o combate às drogas. Como já tive oportunidade de dizer, precisamos enfrentar as drogas, em especial o crack, com muita autoridade contra os traficantes e muito apoio para quem é vítima do vício”, contou.

Dilma Rousseff enfatizou também programas que estão em curso pelo governo, em duas frentes: o Brasil sem Miséria, que deve retirar 16,2 milhões de brasileiros da extrema pobreza, e o Brasil Maior, que vai incrementar a indústria nacional. “Fico feliz, como Presidenta e como brasileira, de poder anunciar e comentar com vocês assuntos desta importância, na véspera do Sete de Setembro”, disse.

“São provas de um país que luta, sem parar, para superar os seus problemas, para ser cada vez mais independente. Um país, por exemplo, que tem, de um lado, um plano da dimensão do Brasil Sem Miséria, que está retirando 16 milhões de brasileiros da pobreza extrema. E de outro, o Brasil Maior, um programa de defesa e incentivo à indústria nacional.”


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Em pronunciamento feito em rede de emissoras de rádio e televisão, na noite desta terça-feira (6/9), a presidenta Dilma Rousseff destacou que “o maior valor que podemos alcançar é o de garantir a qualidade de vida de 190 milhões de brasileiros”. Na véspera do feriado de 7 de setembro, Dia da Independência do Brasil, a presidenta Dilma disse que “um país abençoado de riquezas como o Pré-Sal é capaz de transformar estas riquezas em bem estar para o seu povo”.

“Um país que tem rumo e sabe da grandeza do seu destino. Um país que, com o malfeito, não se acumplicia jamais. E que tem na defesa da moralidade, no combate à corrupção, uma ação permanente e inquebrantável. Um país que vem surpreendendo o mundo com seu progresso, mas que sabe que precisa avançar ainda mais. Sabe que precisa melhorar mais, não para mostrar ao mundo que temos valor, mas, para mostrar a nós mesmos que o maior valor que podemos alcançar é o de garantir a qualidade de vida de 190 milhões de brasileiros. Viva o Sete Setembro! Viva o Brasil! Viva o Povo Brasileiro!”

Dilma Rousseff iniciou o pronunciamento oficial lembrando da comemoração do 7 de setembro e enfatizando que “o significado desta data não precisa ser explicado a nenhum de nós”. E prosseguiu: “Mas necessita, a cada dia, ser renovado por todo brasileiro e por toda brasileira”.

“Hoje, também vivemos um momento de transformação. O mundo enfrenta os desafios de uma grave crise econômica e cobra respostas novas para seus problemas. Apesar de ter a mesma raiz, a crise atual é mais complexa que aquela de 2008, da qual nós nos saímos muito bem. Os países ricos se preparam para um longo período de estagnação ou até de recessão. Mas a crise não nos ameaça fortemente, porque o Brasil mudou para melhor”.

Ainda durante o pronunciamento, a presidenta disse: “Nosso Brasil, por ter sido, nos últimos anos, um país que se transformou, que soube fortalecer e ampliar as oportunidades de trabalho, seu mercado interno e o poder de consumo de sua gente, está plenamente preparado para enfrentar mais este desafio. Aqui, o emprego e a renda batem recordes históricos. Nossas reservas internacionais estão mais sólidas do que nunca. O crédito continua crescendo. E a inflação está sob controle. Os juros voltaram a baixar e a estabilidade da economia está garantida”.

A presidenta lembrou que a situação do Brasil diante do cenário internacional é mais privilegiada em relação aos demais países. Porém, segundo destacou, “ainda estamos aquém do que podemos e do que necessitamos”. E continuou: “O Brasil tem muito espaço para crescer -- e o povo brasileiro tem motivos de sobra para ter esperança em um futuro ainda melhor. Precisamos crescer não só em termos de economia e de mercado. Não só em consumo de bens, mas, igualmente, na melhoria da qualidade e do acesso aos serviços públicos”.

Em seguida, a presidenta Dilma Rousseff destacou pontos que o governo federal pretende atuar de modo a fazer frente às necessidades do país: “A saúde, a educação e a segurança têm que deixar de ser motivo de insônia dos brasileiros para ser motivo de um novo despertar desta Nação. O círculo virtuoso que precisamos implantar no nosso país é o da qualidade dos nossos serviços públicos, pois já implantamos o grande círculo virtuoso do crescimento com inclusão social e distribuição de renda”.

“Por isso, estamos ampliando o grande esforço que o Brasil fez no governo Lula, e, até 2014, vamos criar mais quatro novas universidades; mais 47 extensões universitárias; e mais 208 novas escolas de educação profissional e tecnológica. Vamos reforçar o ProUni -- que atingiu, no mês passado, a marca de 912 mil estudantes beneficiados -- e vamos também mandar 75 mil estudantes, com bolsas pagas pelo governo federal, para estudar em excelentes universidades no exterior.”

E informou: “Tão logo seja aprovado pelo Congresso Nacional, o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego -- o Pronatec -- vai começar a capacitar para o trabalho 8 milhões de brasileiros nos próximos quatro anos.Ele vai beneficiar estudantes do ensino médio, vai ajudar trabalhadores desempregados a recomeçarem a vida profissional e vai abrir as portas do mercado de trabalho para milhares de brasileiros que deixem o Bolsa Família.”

Durante o pronunciamento a presidenta Dilma disse também que o combate às drogas é um ponto vital que une a questão da saúde e da segurança. “Estamos ampliando o número de UPAs e de Unidades Básicas de Saúde. Um ponto vital une a questão da saúde e a da segurança -- o combate às drogas. Como já tive oportunidade de dizer, precisamos enfrentar as drogas, em especial o crack, com muita autoridade contra os traficantes e muito apoio para quem é vítima do vício”, contou.

Dilma Rousseff enfatizou também programas que estão em curso pelo governo, em duas frentes: o Brasil sem Miséria, que deve retirar 16,2 milhões de brasileiros da extrema pobreza, e o Brasil Maior, que vai incrementar a indústria nacional. “Fico feliz, como Presidenta e como brasileira, de poder anunciar e comentar com vocês assuntos desta importância, na véspera do Sete de Setembro”, disse.

“São provas de um país que luta, sem parar, para superar os seus problemas, para ser cada vez mais independente. Um país, por exemplo, que tem, de um lado, um plano da dimensão do Brasil Sem Miséria, que está retirando 16 milhões de brasileiros da pobreza extrema. E de outro, o Brasil Maior, um programa de defesa e incentivo à indústria nacional.”


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Em pronunciamento feito em rede de emissoras de rádio e televisão, na noite desta terça-feira (6/9), a presidenta Dilma Rousseff destacou que “o maior valor que podemos alcançar é o de garantir a qualidade de vida de 190 milhões de brasileiros”. Na véspera do feriado de 7 de setembro, Dia da Independência do Brasil, a presidenta Dilma disse que “um país abençoado de riquezas como o Pré-Sal é capaz de transformar estas riquezas em bem estar para o seu povo”.

“Um país que tem rumo e sabe da grandeza do seu destino. Um país que, com o malfeito, não se acumplicia jamais. E que tem na defesa da moralidade, no combate à corrupção, uma ação permanente e inquebrantável. Um país que vem surpreendendo o mundo com seu progresso, mas que sabe que precisa avançar ainda mais. Sabe que precisa melhorar mais, não para mostrar ao mundo que temos valor, mas, para mostrar a nós mesmos que o maior valor que podemos alcançar é o de garantir a qualidade de vida de 190 milhões de brasileiros. Viva o Sete Setembro! Viva o Brasil! Viva o Povo Brasileiro!”

Dilma Rousseff iniciou o pronunciamento oficial lembrando da comemoração do 7 de setembro e enfatizando que “o significado desta data não precisa ser explicado a nenhum de nós”. E prosseguiu: “Mas necessita, a cada dia, ser renovado por todo brasileiro e por toda brasileira”.

“Hoje, também vivemos um momento de transformação. O mundo enfrenta os desafios de uma grave crise econômica e cobra respostas novas para seus problemas. Apesar de ter a mesma raiz, a crise atual é mais complexa que aquela de 2008, da qual nós nos saímos muito bem. Os países ricos se preparam para um longo período de estagnação ou até de recessão. Mas a crise não nos ameaça fortemente, porque o Brasil mudou para melhor”.

Ainda durante o pronunciamento, a presidenta disse: “Nosso Brasil, por ter sido, nos últimos anos, um país que se transformou, que soube fortalecer e ampliar as oportunidades de trabalho, seu mercado interno e o poder de consumo de sua gente, está plenamente preparado para enfrentar mais este desafio. Aqui, o emprego e a renda batem recordes históricos. Nossas reservas internacionais estão mais sólidas do que nunca. O crédito continua crescendo. E a inflação está sob controle. Os juros voltaram a baixar e a estabilidade da economia está garantida”.

A presidenta lembrou que a situação do Brasil diante do cenário internacional é mais privilegiada em relação aos demais países. Porém, segundo destacou, “ainda estamos aquém do que podemos e do que necessitamos”. E continuou: “O Brasil tem muito espaço para crescer -- e o povo brasileiro tem motivos de sobra para ter esperança em um futuro ainda melhor. Precisamos crescer não só em termos de economia e de mercado. Não só em consumo de bens, mas, igualmente, na melhoria da qualidade e do acesso aos serviços públicos”.

Em seguida, a presidenta Dilma Rousseff destacou pontos que o governo federal pretende atuar de modo a fazer frente às necessidades do país: “A saúde, a educação e a segurança têm que deixar de ser motivo de insônia dos brasileiros para ser motivo de um novo despertar desta Nação. O círculo virtuoso que precisamos implantar no nosso país é o da qualidade dos nossos serviços públicos, pois já implantamos o grande círculo virtuoso do crescimento com inclusão social e distribuição de renda”.

“Por isso, estamos ampliando o grande esforço que o Brasil fez no governo Lula, e, até 2014, vamos criar mais quatro novas universidades; mais 47 extensões universitárias; e mais 208 novas escolas de educação profissional e tecnológica. Vamos reforçar o ProUni -- que atingiu, no mês passado, a marca de 912 mil estudantes beneficiados -- e vamos também mandar 75 mil estudantes, com bolsas pagas pelo governo federal, para estudar em excelentes universidades no exterior.”

E informou: “Tão logo seja aprovado pelo Congresso Nacional, o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego -- o Pronatec -- vai começar a capacitar para o trabalho 8 milhões de brasileiros nos próximos quatro anos.Ele vai beneficiar estudantes do ensino médio, vai ajudar trabalhadores desempregados a recomeçarem a vida profissional e vai abrir as portas do mercado de trabalho para milhares de brasileiros que deixem o Bolsa Família.”

Durante o pronunciamento a presidenta Dilma disse também que o combate às drogas é um ponto vital que une a questão da saúde e da segurança. “Estamos ampliando o número de UPAs e de Unidades Básicas de Saúde. Um ponto vital une a questão da saúde e a da segurança -- o combate às drogas. Como já tive oportunidade de dizer, precisamos enfrentar as drogas, em especial o crack, com muita autoridade contra os traficantes e muito apoio para quem é vítima do vício”, contou.

Dilma Rousseff enfatizou também programas que estão em curso pelo governo, em duas frentes: o Brasil sem Miséria, que deve retirar 16,2 milhões de brasileiros da extrema pobreza, e o Brasil Maior, que vai incrementar a indústria nacional. “Fico feliz, como Presidenta e como brasileira, de poder anunciar e comentar com vocês assuntos desta importância, na véspera do Sete de Setembro”, disse.

“São provas de um país que luta, sem parar, para superar os seus problemas, para ser cada vez mais independente. Um país, por exemplo, que tem, de um lado, um plano da dimensão do Brasil Sem Miséria, que está retirando 16 milhões de brasileiros da pobreza extrema. E de outro, o Brasil Maior, um programa de defesa e incentivo à indústria nacional.”


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Agenda presidencial

A presidenta Dilma Rousseff cumpre agenda de trabalho, nesta sexta-feira (2/9), no estado do Rio Grande do Sul. Agora pela manhã, a presidenta Dilma visita a 34ª Expointer, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS).

À tarde, Dilma Roussef comparece à cerimônia de entrega de novos leitos no Hospital Universitário da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), situado à Avenida Farroupilha, 8001, município de Canoas (RS).

De acordo com a agenda, às 15h30 a presidenta Dilma retorna para Brasília com embarque na Base Aérea de Canoas. A chegada na Base Aérea da capital federal, segundo a agenda, está prevista para o início da noite desta sexta-feira.


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Presidenta Dilma Rousseff cumprimenta Ziraldo, escritor e cartunista, durante chegada para a cerimônia de inauguração da XV Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro 2011. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta Dilma Rousseff convocou a população brasileira a dar sugestões para o programa de popularização de livros que será lançado pelo governo federal. O objetivo, segundo a presidenta, é elaborar – em conjunto com os brasileiros – um plano para tornar mais acessíveis e baratos livros impressos e em versões digitais e estimular toda a cadeia de produção de livros, passando por escritores e editores, e sobretudo pelos leitores. O projeto foi apresentado na tarde desta quinta-feira (1/9), na abertura da XV Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro.

“Queremos ter uma ação que fomente a produção e comercialização de livros mais baratos (…). Eu conto com as sugestões, as modificações e aperfeiçoamentos que vocês têm, sem sombra de dúvida, armazenados, e que podem contribuir conosco”, explicou.

Em seu discurso, a presidenta afirmou que um país como o Brasil, que produziu autores como Machado de Assis e Monteiro Lobato, deve trazer para primeiro plano a cultura e a educação. Nesse ponto, ela enfatizou a importância de iniciativas como a Bienal do Livro, fazendo uma alusão a histórias infantis: “Era uma vez um evento que reunia 85 expositores e se destinava unicamente à promoção do mercado editorial. Esse evento foi crescendo, crescendo, e a cada biênio sempre alcança um final feliz”.

Dilma Rousseff lembrou, ainda, do esforço inciado no governo do ex-presidente Lula e fortalecido em sua gestão de, da creche à pós-graduação, investir na melhoria da educação. Ela frisou que até 2014 cerca de 100 mil brasileiros estarão estudando nas melhores universidades do mundo, por meio de critérios meritocráticos.

“Sou, como vocês sabem, entusiasta do desenvolvimento do nosso país (…). E sei que para erguer uma nação, temos que dar o valor adequado à educação, à cultura e ao livro”, afirmou.


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Presidenta Dilma Rousseff profere aula inaugural para a turma de 40 alunos do curso de Medicina do campus de Garanhuns da Universidade de Pernambuco. Foto: Roberto Stuckert Filho

Com o objetivo de ampliar a oferta de profissionais médicos no interior do país, a presidenta Dilma Rousseff anunciou, nesta terça-feira (30/8), que determinou aos ministérios da Educação e da Saúde a criação de um Plano Nacional de Educação Médica. Com o plano, o governo espera aumentar em 4,5 mil o número de médicos que se formam por ano e, ao mesmo tempo, interiorizar o curso de Medicina. O anúncio foi feito pela presidenta Dilma durante aula inaugural do curso de Medicina do campus Garanhuns da Universidade de Pernambuco.

“Neste plano está incluída também a interiorização da residência médica para assegurar que os estudantes destas regiões tenham uma residência de extrema qualidade. Esse processo é um processo em que nós não vamos medir esforços na garantia de qualidade, sobretudo no processo de residência médica, e focando num grave problema que nos aflige, que é a formação de médicos”.

A presidenta iniciou a aula inaugural lembrando que os 40 alunos integrantes da primeira turma do curso “fizeram uma escolha difícil e de grande responsabilidade”, pois superaram enormes desafios. De acordo com a presidenta, esses estudantes, a partir de agora, vão se dedicar com intensidade ao curso, por tratar-se de uma profissão cujo centro da atenção é a pessoa humana. E o mais importante, conforme destacou, é o fato de que ao concluírem Medicina poderão trabalhar no interior do país, “onde o Brasil mais precisa de médicos”.

Durante seu discurso, a presidenta Dilma lembrou que foi no governo do ex-presidente Lula que se deu mais importância ao aumento da oferta de cursos superiores e institutos de educação federal. Segundo a presidenta contou que o ex-presidente, natural de Caetés, cidade vizinha a Garanhuns, teria deixado a região com 13 anos de idade para tentar uma vida mais digna num grande centro. Dilma assegurou que, por este motivo, seu governo irá dar uma dimensão ainda maior para a Educação.

Ela voltou a mencionar que Pernambuco e os demais estados da região Nordeste têm dado enorme contribuição para o crescimento do país. A presidenta informou que um estudo do IBGE demonstra a inversão do fluxo migratório no Brasil, ou seja, tem sido intenso o retorno de nordestinos da região Sudeste para os seus estados de origem. A presidenta disse também que, no fim de semana, um jornal de São Paulo publicou reportagem mostrando o crescimento da economia da região Nordeste.

“Nós estamos interiorizando o crescimento econômico. Isso é importantíssimo para o Brasil. Não basta apenas levar a inclusão econômica, mas é fundamental que todas as regiões do Brasil tenham acesso aos serviços públicos de qualidade. Temos de ousar, temos de querer … Se queremos de fato ser um país diferenciado, não podemos olhar apenas o crescimento do PIB e da renda. Temos que olhar também a qualidade da Educação e da Saúde”.

E, aproveitando que discursava para alunos de Medicina, a presidenta lembrou que deste modo o governo irá buscar, ao mesmo tempo, a Educação de alta qualidade e, a oferta de serviço de saúde de qualidade. Ela lembrou que há poucos dias, em Brasília, lançou o programa que amplia a oferta de Institutos Federais de Educação, cria mais campi e outras quatro universidades, e que a iniciativa representa “mais um passo para democratizarmos o ensino superior de qualidade”.

A presidenta Dilma se valeu da oportunidade e fez um desafio aos alunos para que, ao se formarem, mantenham os vínculos com a região de Garanhuns como forma de transformar o lugar num pólo polo de excelência em saúde. “O interior do Brasil precisa de mais médicos. Precisa de bons médicos, como vocês serão. Aqui haverá cada vez mais perspectivas para jovens profissionais”, afirmou.

Ao término da aula inaugural, a presidenta Dilma seguiu para Recife, onde visita as novas instalações da empresa Contax Contact Center, situada à rua 24 de agosto, s/n, bairro Santo Amaro.

Ouça abaixo íntegra do discurso da presidenta Dilma Rousseff.


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Presidenta Dilma Rousseff profere aula inaugural para a turma de 40 alunos do curso de Medicina do campus de Garanhuns da Universidade de Pernambuco. Foto: Roberto Stuckert Filho

Com o objetivo de ampliar a oferta de profissionais médicos no interior do país, a presidenta Dilma Rousseff anunciou, nesta terça-feira (30/8), que determinou aos ministérios da Educação e da Saúde a criação de um Plano Nacional de Educação Médica. Com o plano, o governo espera aumentar em 4,5 mil o número de médicos que se formam por ano e, ao mesmo tempo, interiorizar o curso de Medicina. O anúncio foi feito pela presidenta Dilma durante aula inaugural do curso de Medicina do campus Garanhuns da Universidade de Pernambuco.

“Neste plano está incluída também a interiorização da residência médica para assegurar que os estudantes destas regiões tenham uma residência de extrema qualidade. Esse processo é um processo em que nós não vamos medir esforços na garantia de qualidade, sobretudo no processo de residência médica, e focando num grave problema que nos aflige, que é a formação de médicos”.

A presidenta iniciou a aula inaugural lembrando que os 40 alunos integrantes da primeira turma do curso “fizeram uma escolha difícil e de grande responsabilidade”, pois superaram enormes desafios. De acordo com a presidenta, esses estudantes, a partir de agora, vão se dedicar com intensidade ao curso, por tratar-se de uma profissão cujo centro da atenção é a pessoa humana. E o mais importante, conforme destacou, é o fato de que ao concluírem Medicina poderão trabalhar no interior do país, “onde o Brasil mais precisa de médicos”.

Durante seu discurso, a presidenta Dilma lembrou que foi no governo do ex-presidente Lula que se deu mais importância ao aumento da oferta de cursos superiores e institutos de educação federal. Segundo a presidenta contou que o ex-presidente, natural de Caetés, cidade vizinha a Garanhuns, teria deixado a região com 13 anos de idade para tentar uma vida mais digna num grande centro. Dilma assegurou que, por este motivo, seu governo irá dar uma dimensão ainda maior para a Educação.

Ela voltou a mencionar que Pernambuco e os demais estados da região Nordeste têm dado enorme contribuição para o crescimento do país. A presidenta informou que um estudo do IBGE demonstra a inversão do fluxo migratório no Brasil, ou seja, tem sido intenso o retorno de nordestinos da região Sudeste para os seus estados de origem. A presidenta disse também que, no fim de semana, um jornal de São Paulo publicou reportagem mostrando o crescimento da economia da região Nordeste.

“Nós estamos interiorizando o crescimento econômico. Isso é importantíssimo para o Brasil. Não basta apenas levar a inclusão econômica, mas é fundamental que todas as regiões do Brasil tenham acesso aos serviços públicos de qualidade. Temos de ousar, temos de querer … Se queremos de fato ser um país diferenciado, não podemos olhar apenas o crescimento do PIB e da renda. Temos que olhar também a qualidade da Educação e da Saúde”.

E, aproveitando que discursava para alunos de Medicina, a presidenta lembrou que deste modo o governo irá buscar, ao mesmo tempo, a Educação de alta qualidade e, a oferta de serviço de saúde de qualidade. Ela lembrou que há poucos dias, em Brasília, lançou o programa que amplia a oferta de Institutos Federais de Educação, cria mais campi e outras quatro universidades, e que a iniciativa representa “mais um passo para democratizarmos o ensino superior de qualidade”.

A presidenta Dilma se valeu da oportunidade e fez um desafio aos alunos para que, ao se formarem, mantenham os vínculos com a região de Garanhuns como forma de transformar o lugar num pólo polo de excelência em saúde. “O interior do Brasil precisa de mais médicos. Precisa de bons médicos, como vocês serão. Aqui haverá cada vez mais perspectivas para jovens profissionais”, afirmou.

Ao término da aula inaugural, a presidenta Dilma seguiu para Recife, onde visita as novas instalações da empresa Contax Contact Center, situada à rua 24 de agosto, s/n, bairro Santo Amaro.

Ouça abaixo íntegra do discurso da presidenta Dilma Rousseff.


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A presidenta Dilma Rousseff esteve no campus da Universidade de Pernambuco, em Garanhuns, onde participou da aula inaugural do curso de medicina. A presidenta Dilma chegou no meio da manhã desta terça-feira (30/8) ao estado de Pernambuco.

No Aeroporto Municipal de Caruaru, a presidenta concedeu entrevista para emissoras de rádio. Depois, seguiu para Cupira onde participou de cerimônia de assinaturas de ordens de serviço das barragens de Panelas e Gatos, do convênio da barragem de Serro Azul e de contratos de financiamento de contrapartidas para o programa Minha Casa, Minha Vida, que acontece no Ginásio Poliesportivo Clóvis Ferreira.

De Garanhuns, a presidenta segue para Recife. Na capital pernambucana, ela participa da inauguração das novas instalações da empresa Contax Contact Center, situada à rua 24 de agosto, s/n, bairro Santo Amaro.

A TV NBR transmitiu a aula inaugural. O internauta pôde acompanhar pelo Blog do Planalto a cerimônia de Garanhuns.


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