Curtas


Ao falar para centenas de alunos de escolas públicas brasileiras hoje no Rio de Janeiro, durante a premiação da 5ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (leia aqui), o presidente Lula contou a história de Ricardo Oliveira da Silva, jovem de 21 anos que conquistou sua quarta medalha de ouro na competição. Ricardo sofre de atrofia do tecido muscular e é filho de lavradores pobres no interior do Ceará. Começou a estudar apenas aos 17 anos. Conheça a sua emocionante história:


(Vídeo: Ricardo Stuckert/PR)


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Presidente Lula e a ministra Dilma Roussef (Casa Civil) em reunião com governadores do Amazonas, Amapá, Mato Grosso, Piauí, Rio Grande do Norte e Rondônia. Foto: Ricardo Stuckert/PR

Presidente Lula e a ministra Dilma Roussef (Casa Civil) em reunião com governadores do Amazonas, Amapá, Mato Grosso, Piauí, Rio Grande do Norte e Rondônia. Foto: Ricardo Stuckert/PR

Governadores que vieram para o lançamento do PAC 2, em Brasília, se reuniram com o presidente Lula hoje (29/03) para se despedir, porque pretendem se desincompatibilizar para se candidatarem, na maioria dos casos, ao Senado. Estiveram com Lula no gabinete provisório do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) os governadores Eduardo Braga (Amazonas), Vilma Faria (Rio Grande do Norte), Wellington Dias (Piaui), Ivo Cassol (Rondônia) Valdez Góes (Amapá) e Blairo Maggi (Mato Groso).

Segundo o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, “o presidente quer reunir esses governadores, fora do horário de trabalho e após a desincompatibilização, para discutir política e a participação deles no processo da sucessão não só nos estados, mas também no apoio nacional à ministra Dilma”.


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Governadores que vieram para o lançamento do PAC 2, em Brasília, se reuniram com o presidente Lula hoje (29/03) para se despedir, porque pretendem se desincompatibilizar para se candidatarem, na maioria dos casos, ao Senado. Estiveram com Lula no gabinete provisório do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) os governadores Eduardo Braga (Amazonas), Vilma Faria (Rio Grande do Norte), Wellington Dias (Piaui), Ivo Cassol (Rondônia) Valdez Góes (Amapá) e Blairo Maggi (Mato Groso).

Segundo o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, “o presidente quer reunir esses governadores, fora do horário de trabalho e após a desincompatibilização, para discutir política e a participação deles no processo da sucessão não só nos estados, mas também no apoio nacional à ministra Dilma”.


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Além do rei da Suécia, Carl Gustaf, e sua comitiva de empresários, o presidente Lula também se encontrou nesta quarta-feira (24/3) com o presidente do governo da Comunidade do País Basco, Patxi López, no Palácio Itamaraty. Foto: Ricardo Stuckert/PR

Além do rei da Suécia, Carl Gustaf, e sua comitiva de empresários, o presidente Lula também se encontrou nesta quarta-feira (24/3) com o presidente do governo da Comunidade do País Basco, Patxi López, no Palácio Itamaraty. Foto: Ricardo Stuckert/PR


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O Ministério da Cultura começa a montar as diretrizes que vão nortear as políticas públicas para o setor. A partir dos resultados da II Conferência Nacional de Cultura, realizada em Brasília, o governo federal se debruçará na análise das 32 propostas que passaram pelo crivo dos delegados no encontro que aconteceu na capital federal. Representantes dos 200 mil cidadãos que participaram das etapas regionais, 851 delegados elegeram as prioridades do movimento cultural brasileiro

Para a coordenadora executiva da Conferência, Silvana Meireles, o ponto principal é a criação do Sistema Nacional de Cultura (SNC), que irá orientar as principais frentes culturais. E, enquanto caminha pelos corredores de Brasília, o SNC começa a ser comparado ao Sistema Único de Saúde (SUS), que foi criado para o atendimento à população brasileira pelo Ministério da Saúde.

Silvana Meireles conversou com o Blog do Planalto onde fez avaliação da II Conferência. Ela diz ainda que “o encontro aponta a urgência de se construir um marco regulatório para a cultura brasileira”. E prossegue: “É uma demanda legítima da sociedade, que prioriza a agenda cultural em todas as esferas de governo. Demos um grande passo para fortalecer definitivamente a importância dessa política”. Confira a entrevista:


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O Ministério da Cultura começa a montar as diretrizes que vão nortear as políticas públicas para o setor. A partir dos resultados da II Conferência Nacional de Cultura, realizada em Brasília, o governo federal se debruçará na análise das 32 propostas que passaram pelo crivo dos delegados no encontro que aconteceu na capital federal. Representantes dos 200 mil cidadãos que participaram das etapas regionais, 754 delegados elegeram as prioridades do movimento cultural brasileiro

Para a coordenadora executiva da Conferência, Silvana Meireles, o ponto principal é a criação do Sistema Nacional de Cultura (SNC), que irá orientar as principais frentes culturais. E, enquanto caminha pelos corredores de Brasília, o SNC começa a ser comparado ao Sistema Único de Saúde (SUS), que foi criado para o atendimento à população brasileira pelo Ministério da Saúde.

Silvana Meireles conversou com o Blog do Planalto onde fez avaliação da II Conferência. Ela diz ainda que “o encontro aponta a urgência de se construir um marco regulatório para a cultura brasileira”. E prossegue: “É uma demanda legítima da sociedade, que prioriza a agenda cultural em todas as esferas de governo. Demos um grande passo para fortalecer definitivamente a importância dessa política”. Confira a entrevista:


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Viagens internacionaisFelipe Reis, da divisão de negociações comerciais do Mercosul, do Ministério das Relações Exteriores, explica ao Blog do Planalto as bases do acordo Mercosul-Israel que entra em vigor a partir do próximo dia 4 de abril:


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Presidente Lula discursa na cerimônia de abertura da II Conferência Nacional de Cultura, em Brasília. (foto: Ricardo Stuckert/PR)

Presidente Lula discursa na cerimônia de abertura da II Conferência Nacional de Cultura, em Brasília. (foto: Ricardo Stuckert/PR)

Numa noite de muita inspiração, o presidente Lula foi eloquênte ao defender, em discurso por ocasião da abertura da II Conferência Nacional de Cultura, na noite desta quinta-feira (11/3), a pluridade dos movimentos culturais e a participação de artistas das mais variadas manifestações culturais nos meios de comunicação eletrônicos. “Se os artistas que aqui se apresentaram pudessem ir para um programa de televisão, äs 15h, mostrarem suas artes seriam muito valorizados. Imaginem artistas regionais mostrando, por exemplo, a dança do carimbó do Pará. Isso seria muito importante”, destacou o presidente.

Anteriormente, Lula havia demonstrado, por exemplo, que as programadoras de tvs a cabo colocam no ar os chamados enlatados. Segundo ele, alguns filmes são repetidos por diversas vezes que o telespectador fica íntimo dos atores estrangeiros. Ele brincou que de tanto assistir determinada fita já decorrou a expressão labial. Porém, o presidente destacou que alguns movimentos que vem sendo promovido pelo governo federal nos últimos meses têm mexido com os interesses de segmentos da sociedade brasileira. Por este motivo, pediu que setores ajudem a construir aquilo que defende como o melhor para o país.

Ouça a íntegra do discurso do presidente Lula.


A cerimônia de abertura da conferência aconteceu na Sala Villa-Lobos, do Teatro Nacional, e contou com a participação de representantes de movimentos culturiais dos mais diversos municípios brasileiros. De acordo com a coordenadora da II Conferência Nacional de Cultura, Silvana Meireles, a formatação teve a participação, nas etapas anteriores, de 200 mil cidadãos. Essa diversificação fez com que o presidente Lula destaca-se a importância das conferências que o governo federal vem promovendo como forma de ter opiniões das mais variadas possíveis. Até o momento, segundo Lula, foram realizadas 67 conferências no âmbito nacional abordando os assuntos mais variados.

Então, o presidente aproveitou a oportunidade para lembrar da reação de alguns grupos empresariais do setor de comunicação quando da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), que ocorreu em Brasília. “Resolvemos convidar empresários de toda área de comunicação. Um grupo de empresários não quis comparecer, mas foi um debate extraordinário”, expressou o presidente para mais adiante assegurar, que em função da revolução do setor de comunicação, é preciso mudar a legislação. As leis em vigor foram editadas nos anos 60.

Ainda na conversa com os participantes da conferência, Lula informou que a criação do fundo social que receberá recursos do pré-sal terá uma fatia para a cultura. De acordo com o presidente, o volume de dinheiro poderá elevar o percentual destinado do Orçamento da União que, atualmente, não ultrapassa 1%. Lula destacou também o fato de que a conferência de cultura conta com 60% dos delegados oriundos dos pontos mais distantes do país. “São companheiros que vieram para Brasília e que nunca tiveram a chance de discutir a política cultural, muito menos com um presidente da República”, assegurou.

A festa de abertura teve o equilíbrio da apresentação de artistas e os discursos de autoridades e representantes da sociedade civil. A plateia mostrou-se entusiasmada e interferia com aplausos ou pedidos para a inclusão do nome do estado nos discursos. O artista Antônio Nobrega foi o primeiro a se apresentar. Após performance, Nóbrega leu um discurso no qual destacou a importância da participação dos artistas na conferência. Ao ministro da Cultura, Juca Ferreira, coube um pronunciamento emocionante e de improviso, onde, entre outras coisas, disse que é importante valorizar “o cidadão pipoca”, uma alusão aos foliões da Bahia que se divertem no período de carnaval sem pertencerem a determinados blocos carnavalescos. Ferreira defendeu o papel do Estado comom indutor a cultura, financiando os mais diversos grupos no país.

A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, informou que o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) II, que vem sendo elaborado pelo governo federal, terá espaço para investimento em cultura. Porém, ela destacou que a maior fonte de recursos virá do fundo social do pré-sal. A ministra lembrou também que o governo vem alinhavando o Plano Nacional de Banda Larga que permitirá a universalização deste serviço às famílias de menor poder aquisitivo.

A noite contou ainda com as apresentações da Intrépida Troupe e dos cantores Chico César, Célia Porto e Mônica Salmasso, que encerrou a cerimônia entoando músicas de Chico Buarque. A conferência prossegue até o próximo sábado quando será aprovado documento com as diretrizes daquilo que a sociedade brasileira quer como sendo uma política cultural.


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Presidente Lula discursa na cerimônia de abertura da II Conferência Nacional de Cultura, em Brasília. (foto: Ricardo Stuckert/PR)

Presidente Lula discursa na cerimônia de abertura da II Conferência Nacional de Cultura, em Brasília. (foto: Ricardo Stuckert/PR)

Numa noite de muita inspiração, o presidente Lula foi eloquênte ao defender, em discurso por ocasião da abertura da II Conferência Nacional de Cultura, na noite desta quinta-feira (11/3), a pluridade dos movimentos culturais e a participação de artistas das mais variadas manifestações culturais nos meios de comunicação eletrônicos. “Se os artistas que aqui se apresentaram pudessem ir para um programa de televisão, äs 15h, mostrarem suas artes seriam muito valorizados. Imaginem artistas regionais mostrando, por exemplo, a dança do carimbó do Pará. Isso seria muito importante”, destacou o presidente.

Anteriormente, Lula havia demonstrado, por exemplo, que as programadoras de tvs a cabo colocam no ar os chamados enlatados. Segundo ele, alguns filmes são repetidos por diversas vezes que o telespectador fica íntimo dos atores estrangeiros. Ele brincou que de tanto assistir determinada fita já decorrou a expressão labial. Porém, o presidente destacou que alguns movimentos que vem sendo promovido pelo governo federal nos últimos meses têm mexido com os interesses de segmentos da sociedade brasileira. Por este motivo, pediu que setores ajudem a construir aquilo que defende como o melhor para o país.

Ouça a íntegra do discurso do presidente Lula.


A cerimônia de abertura da conferência aconteceu na Sala Villa-Lobos, do Teatro Nacional, e contou com a participação de representantes de movimentos culturiais dos mais diversos municípios brasileiros. De acordo com a coordenadora da II Conferência Nacional de Cultura, Silvana Meireles, a formatação teve a participação, nas etapas anteriores, de 200 mil cidadãos. Essa diversificação fez com que o presidente Lula destaca-se a importância das conferências que o governo federal vem promovendo como forma de ter opiniões das mais variadas possíveis. Até o momento, segundo Lula, foram realizadas 67 conferências no âmbito nacional abordando os assuntos mais variados.

Então, o presidente aproveitou a oportunidade para lembrar da reação de alguns grupos empresariais do setor de comunicação quando da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), que ocorreu em Brasília. “Resolvemos convidar empresários de toda área de comunicação. Um grupo de empresários não quis comparecer, mas foi um debate extraordinário”, expressou o presidente para mais adiante assegurar, que em função da revolução do setor de comunicação, é preciso mudar a legislação. As leis em vigor foram editadas nos anos 60.

Ainda na conversa com os participantes da conferência, Lula informou que a criação do fundo social que receberá recursos do pré-sal terá uma fatia para a cultura. De acordo com o presidente, o volume de dinheiro poderá elevar o percentual destinado do Orçamento da União que, atualmente, não ultrapassa 1%. Lula destacou também o fato de que a conferência de cultura conta com 60% dos delegados oriundos dos pontos mais distantes do país. “São companheiros que vieram para Brasília e que nunca tiveram a chance de discutir a política cultural, muito menos com um presidente da República”, assegurou.

A festa de abertura teve o equilíbrio da apresentação de artistas e os discursos de autoridades e representantes da sociedade civil. A plateia mostrou-se entusiasmada e interferia com aplausos ou pedidos para a inclusão do nome do estado nos discursos. O artista Antônio Nobrega foi o primeiro a se apresentar. Após performance, Nóbrega leu um discurso no qual destacou a importância da participação dos artistas na conferência. Ao ministro da Cultura, Juca Ferreira, coube um pronunciamento emocionante e de improviso, onde, entre outras coisas, disse que é importante valorizar “o cidadão pipoca”, uma alusão aos foliões da Bahia que se divertem no período de carnaval sem pertencerem a determinados blocos carnavalescos. Ferreira defendeu o papel do Estado comom indutor a cultura, financiando os mais diversos grupos no país.

A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, informou que o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) II, que vem sendo elaborado pelo governo federal, terá espaço para investimento em cultura. Porém, ela destacou que a maior fonte de recursos virá do fundo social do pré-sal. A ministra lembrou também que o governo vem alinhavando o Plano Nacional de Banda Larga que permitirá a universalização deste serviço às famílias de menor poder aquisitivo.

A noite contou ainda com as apresentações da Intrépida Troupe e dos cantores Chico César, Célia Porto e Mônica Salmasso, que encerrou a cerimônia entoando músicas de Chico Buarque. A conferência prossegue até o próximo sábado quando será aprovado documento com as diretrizes daquilo que a sociedade brasileira quer como sendo uma política cultural.


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O governo aposta na maturidade do Senado para aprovar, ainda no primeiro semestre deste ano, o marco regulatório que permitirá a exploração de petróleo e gás na camada do pré-sal. Assim avaliou o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, ao término da reunião do presidente Lula com os presidentes do Senado, José Sarney (PMDB-AP), e da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), e lideranças políticas do Congresso Nacional, no gabinete provisório da Presidência da República no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB).

Segundo Padilha, uma das questões que deve ser revolvida pela Câmara Alta diz respeito ao texto que modificou a distribuição dos royalties de petróleo. A votação da matéria, ontem (10/3), na Câmara dos Deputados, provocou reação do governador do Rio, Sergio Cabral, pois os cofres fluminense perderiam R$ 7,2 bilhões pelo novo modelo de partilha, conforme noticiaram os jornais desta quarta-feira (11/3).

“O Senado tem que trabalhar esses dois conflitos federativos”, afirmou Padilha sobre o impasse na Câmara dos Deputados. Mais adiante, o ministro explicou que o governo espera a aprovação das teses quando os projetos estiverem no Senado. Até o momento, o governo tem sido vitorioso nestes projetos que tramitam no Congresso Nacional.

Padilha comentou também a possibilidade de auxiliares do presidente Lula deixarem o governo para disputarem as eleições deste ano. “O presidente Lula tem reafirmado que pretende manter os ministérios com a máquina andando. Ele tem conversado com ministros que devem ser candidatos. Na maioria das vezes, consegue convencê-los a permanecer no governo”, explicou para, em seguida, informar que o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, ainda não se encontrou com Lula para tratar de candidatura em 2010.


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