Selo do programa 7 anos em 7 minutosA história do Ministério do Turismo ainda é breve -- foi criado em 2003 -- mas já está entre as mais produtivas do governo. Por abranger diversos segmentos da economia nacional, o setor turístico ganhou autonomia no governo Lula para poder planejar estrategicamente as ações e prioridades de investimentos, obtendo excelentes resultados até aqui. O futuro, afirma o ministro Luiz Barretto no programa 7 Anos em 7 Minutos dedicado à sua pasta, é promissor:

Os resultados que alcançamos até agora serão multiplicados pelas oportunidades que a Copa do Mundo e as Olimpíadas trazem ao País.

Segundo Barreto, ao ganhar status de Ministério, o setor turístico brasileiro ganhou reconhecimento de sua importância para o desenvolvimento socioeconômico do País. O ministro lembra que as atividades ligadas ao turismo têm enorme capacidade de gerar empregos, renda e investimentos, nacionais e estrangeiros, contribuindo para reduzir a desigualdade regional e social.

Hoje trabalhamos com 65 destinos indutores, definidos com base em pesquisas realizadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Em 2010 vamos destinar R$ 400 milhões para cobrir as contrapartidas dos estados e municípios que participam do Prodetur, que é o programa de Desenvolvimento do Turismo. Somando os recursos do nosso orçamento, do Prodetur e os US$ 600 milhões da linha de crédito da corporação andina de fomento, teremos quase US$ 2 bilhões somente para infraestrutura.

O ministro do Turismo aproveitou para destacar a força do mercado interno para o setor. Com a população empregada e ganhando melhor, graças às políticas públicas do governo, mais ela está viajando. Nos últimos dois anos houve um aumento de 83% no número de pessoas que viajaram entre destinos brasileiros. O turismo está mais acessível a todos, diz Barretto, e o seu desenvolvimento ganhou força com a aprovação da Lei Geral do Turismo. Os dados comprovam: o setor vem crescendo há sete anos e, em 2008, chegou à primeira posição no setor de serviços da balança comercial. Emprega mais de 2 milhões de trabalhadores e tem investido pesado na capacitação e reciclagem profissional, além de ações que viam incluir no mercado de trabalho os beneficiários do programa Bolsa Família.


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